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Região soma mais 23 mortes por Covid-19 em 24 horas

Com o acréscimo de mais 23 vítimas fatais da Covid-19 nas últimas 24 horas, o Alto Tietê registrava na noite desta quinta-feira (20), a 4.024 mortes totais da doença.  LEIA TAMBÉM: Covid mata comerciante Albano dos Santos, o Dr. das Balanças Na região, as novas vítimas residiam em Biritiba Mirim, Ferraz de Vasconcelos e Guararema, que […]

Por O Diário
20/05/2021 18h25, Atualizado há 60 meses

Com o acréscimo de mais 23 vítimas fatais da Covid-19 nas últimas 24 horas, o Alto Tietê registrava na noite desta quinta-feira (20), a 4.024 mortes totais da doença. 

LEIA TAMBÉM: Covid mata comerciante Albano dos Santos, o Dr. das Balanças

Na região, as novas vítimas residiam em Biritiba Mirim, Ferraz de Vasconcelos e Guararema, que registraram uma morte cada, além de Suzano, com dois óbitos, Itaquaquecetuba, 13 e Mogi das Cruzes, que notificou mais cinco mortes. No dia anterior a cidade não havia registrado ocorrências. 

Os dados são das Vigilâncias Epidemiológicas e foram agrupados e divulgados pelo Consórcio de Desenvolvimento dos Municípios do Alto Tietê, que realiza este trabalho desde o início da pandemia. 

O total de mortes em Mogi salta para 1.190. A cidade já confirmou 28.580 casos, dos quais 8.643 são tratados como ativos. Por outro lado, ao menos 22.795 moradores conseguiram se recuperar da doença e estão de volta ao convívio social, segundo dados da Secretaria Municipal de Saúde. 

Leitos

A taxa de ocupação dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Covid na rede pública de Mogi das Cruzes subiu mais de 15 pontos percentuais nos últimos 10 dias: a taxa passou de 61% no último dia 11 para 77,1% nesta quinta-feira (20), segundo dados da Secretaria Municipal de Saúde (leia mais). 

Barreira

A região do Alto Tietê acaba de ultrapassar a marca de 4 mil mortes confirmadas pelo novo coronavírus, sendo mais de um quarto, 1.185, referentes apenas a moradores de Mogi. Entre a primeira morte na região, em 26 de março de 2020, até a de número mil, houve um intervalo de 133 dias. Até chegar a marca de 2 mil mortes foram mais 175. O cenário começou a mudar com a virada do ano. Para alcançar a marca de 3 mil mortes foram necessários apenas 70 dias. A aceleração continuou. A barreira das 4 mil mortes foi alcançada em tempo recorde, de 43 dias, segundo os dados das Vigilâncias Epidemiológicas, que são agrupados e divulgados pelo Consórcio de Desenvolvimento dos Municípios do Alto Tietê (Condemat). 

Em Mogi, houve aumento de mais de 115% no número de óbitos de pessoas mais jovens, na faixa etária entre 40 e 49 anos, e de 87% na população com idade entre 30 e 39 anos, segundo dados dos Cartórios de Registro Civil. 

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