Santa Casa troca tanque de oxigênio e amplia capacidade em 125%
Uma operação de grande porte trocou hoje o reservatório de oxigênio da Santa Casa de Misericórdia de Mogi das Cruzes, neste domingo (13). A capacidade do antigo tanque era de quatro mil litros, enquanto agora foram instalados um tanque de oito mil litros, além de um reserva com capacidade para mais mil litros. A ação […]
13/06/2021 19h30, Atualizado há 62 meses
Uma operação de grande porte trocou hoje o reservatório de oxigênio da Santa Casa de Misericórdia de Mogi das Cruzes, neste domingo (13).
A capacidade do antigo tanque era de quatro mil litros, enquanto agora foram instalados um tanque de oito mil litros, além de um reserva com capacidade para mais mil litros.
A ação já havia sido divulgada pela Prefeitura de Mogi, porque necessitou de mudança no trânsito na região central. A rua Coronel Souza Franco foi interditada entre 6h e 13h.
A opção para os motoristas que deixaram a região do Parque Monte Líbano com destino ao Centro foi utilizar a rua Doutor Ricardo Vilela.
Os ônibus do sistema de transporte coletivo desviaram a rota pela rua Dom Antônio Cândido Alvarenga, Doutor Ricardo Vilela e Olegário Paiva, voltando para a rua Coronel Souza Franco.
A operação de troca envolveu a empresa Air Products, a concessionária de energia elétrica EDP, a Santa Casa e a Secretaria de Transportes de Mogi, começou às 6h e finalizou por volta das 12h30.
Hermes Queiroz, gestor operacional da Santa Casa, detalhou que a medida fez parte de uma decisão da nova mesa diretiva do hospital filantrópico. Inicialmente eles entraram em contato com a presidência da América Latina da Air Products, a fim de se preparar para um possível aumento de demanda e deixando o hospital mais preparado para qualquer situação do tipo, de modo a garantir que a cidade não sofresse com possível desabastecimento. O pedido foi atendido pela fornecedora do oxigênio.
“Durante a operação de retirada do reservatório antigo e colocação do novo, a Air Products disponibilizou uma bateria de oxigênio de mil litros, mais uma bateria reserva de 400 litros, que suportaria os pacientes por mais de oito horas consecutivas de uso. Então foi uma oiperação sem oferecer risco aos pacientes da Santa Casa. Foi todo um planejamento ao longo de um mês, para que tudo acontecesse da forma mais segura possível”, garantiu Hermes.