Santa Isabel registra quatro casos suspeitos de febre maculosa
Quatro casos suspeitos de febre maculosa – doença transmitida pelo carrapato-estrela e que recentemente provocou quatro óbitos em Campinas – foram registrados em Santa Isabel. A Prefeitura divulgou comunicado falando sobre o estado de saúde dos pacientes na noite desta quinta-feira (15). Outras cidades da região estão em alerta para acompanhar possiveis casos da doença. Em nota, a […]
15/06/2023 18h55, Atualizado há 37 meses
Quatro casos suspeitos de febre maculosa – doença transmitida pelo carrapato-estrela e que recentemente provocou quatro óbitos em Campinas – foram registrados em Santa Isabel. A Prefeitura divulgou comunicado falando sobre o estado de saúde dos pacientes na noite desta quinta-feira (15). Outras cidades da região estão em alerta para acompanhar possiveis casos da doença.
Em nota, a Pasta afirma que todas as notificações se referem a pessoas que estiveram em Campinas. O assunto ganhou repercussão no Estado nos últimos dias.
A pasta ressalta que os quatro pacientes tiveram amostras de sangue colhidas e enviadas ao renomado Instituto Adolfo Lutz, localizado em São Paulo, para análise e confirmação do diagnóstico.
A Prefeitura de Santa Isabel destaca que “está realizando um trabalho junto aos profissionais de saúde, a fim de alertar sobre as características da febre maculosa, e definir a abordagem a ser realizada no atendimento ao paciente”.
Mogi
A Secretaria Municipal de Saúde de Mogi informou nesta quinta-feira (15) que não há casos de febre maculosa registrados na cidade há mais de 10 anos – a última ocorrência é de 2012). “Desde 2005, o Centro de Controle de Zoonoses mantém um programa de monitoramento para a febre maculosa brasileira por meio de estudos investigativos e mapeamentos de risco. Em espaços públicos, como os parques localizados às margens do rio Tietê, são feitas coletas periódicas de carrapatos para análise da circulação da bactéria causadora da Febre Maculosa. Até o momento, não foi detectada a presença dessa bactéria na população de carrapatos de nenhum espaço público”, trouxe a nota enviada a este jornal.
Procurado pela reportagem, o Consórcio de Desenvolvimento dos Municípios do Alto Tietê (Condemat) informou que este “assunto está no âmbito dos municípios”.
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