Secretário de Finanças de Mogi, Ricardo Abílio, deve deixar o cargo
O secretário municipal de Finanças, Ricardo Abílio, deve deixar o cargo que ele assumiu no início da atual gestão, em 2021. A saída ainda não foi oficializada, mas há informações de que o prefeito Caio Cunha (PODE) deverá publicar uma nota nas próximas horas comunicando a exoneração. As notícias a respeito dessa nova baixa no […]
11/04/2022 19h54, Atualizado há 52 meses
O secretário municipal de Finanças, Ricardo Abílio, deve deixar o cargo que ele assumiu no início da atual gestão, em 2021. A saída ainda não foi oficializada, mas há informações de que o prefeito Caio Cunha (PODE) deverá publicar uma nota nas próximas horas comunicando a exoneração.
As notícias a respeito dessa nova baixa no primeiro escalão do prefeito começaram a circular após uma reunião que Abílio realizou nesta segunda-feira (11), com outros diretores da pasta, para informar sobre a saída dele e se despedir.
Oficialmente, a justificativa é de que teria sido o próprio Abílio que pediu a exoneração do cargo, mas fontes da Prefeitura alegam que na verdade a decisão foi do prefeito.
Também não foi confirmada a informação oficialmente, mas os comentários são de que os problemas estariam relacionados à elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA), peça que estima a receita e fixa as despesas para o ano e que estaria com erros, entre outras questões.
O secretário ainda deve ajudar em um processo de transição com a pessoa que assumirá o lugar dele. As apostas são de que o lugar pode ser ocupado por Willian Harada, que atuou como secretário de Finanças e Saúde na Prefeitura de Itaquaquecetuba, no governo do ex-prefeito Mamoru Nakashima (PSDB), e que foi visto hoje (11) no prédio da Administração.
A reportagem de O Diário entrou em contato com a Prefeitura para oficializar a informação, mas até o momento não obteve retorno.
Outras baixas
Diversos secretários deixaram o cargo desde o início desta gestão. Os mais recentes são os secretário de Educação, André Stábile, e também o adjunto da Pasta, Caio Callegari, além de André Junji Ikari, ex-responsável pela Segurança, que retornou à Polícia de São Paulo para assumir uma delegacia especializada em crimes cibernéticos.
Outros nomes deixaram o governo: Rose Tonete, da Educação; Reinaldo Barreiros, do Esporte, Bruno Renzi, da Comunicação; e Henrique Naufel, da Saúde.