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Vacinação chega ao fim no Pró-Hiper, mas continua nos postos de saúde de Mogi

Quando a história está acontecendo, é difícil de observá-la. É o caso da pandemia de Covid-19, momento que ficará marcado para sempre. Em Mogi das Cruzes, durante mais de um ano, o Pró-Hiper se estabeleceu como um grande centro de vacinação contra o novo coronavírus. Primeiro, era possível ir ao drive-thru de carro, somente. Depois, […]

Por O Diário
29/06/2022 15h22, Atualizado há 50 meses

Quando a história está acontecendo, é difícil de observá-la. É o caso da pandemia de Covid-19, momento que ficará marcado para sempre. Em Mogi das Cruzes, durante mais de um ano, o Pró-Hiper se estabeleceu como um grande centro de vacinação contra o novo coronavírus. Primeiro, era possível ir ao drive-thru de carro, somente. Depois, de moto, a pé e até de skate ou bicicleta. Mas isso chegou ao fim. O contrato extraordinário da Prefeitura com a instituição que fazia este serviço, a Organização Social CEJAM (Centro de Estudos e Pesquisas Dr. João Amorim), foi encerrado.

Ao todo, a cidade já aplicou 1.082.780 vacinas, muitas delas recebidas justamente no Pró-Hiper, que fica na avenida Prefeito Carlos Ferreira Lopes e ganhou acesso especial para esta finalidade na Avenida Cívica. E esse número aumentará, já que a conclusão da parceria não significa o da imunização. A vacinação, com foco na quarta dose, que está sendo aplicada para pessoas a partir de 40 anos, continua. A diferença é que agora, está disponível em outros endereços.

Já encerrado e sem possibilidade de ser retomado no momento, o contrato com a Organização Social CEJAM custava “em torno de R$ 490 mil por mês”, informou a administração municipal a O Diário. O valor, porém, não envolve só o trabalho no Pró-Hiper. “É importante destacar que o trabalho é executado por 10 equipes (drives e a pé) que atendem de segunda a sábado, das 9 às 15 horas, com capacidade para aplicar uma média de 2 mil doses/dia”, trouxe a nota enviada à reportagem.

Este jornal também questionou à Prefeitura como fica o esquema vacinal agora, quando os postos de saúde estão mais cheios, em razão da liberação da vacina da gripe. O poder público reconhece que “houve um aumento significativo em algumas unidades”, mas diz que “o atendimento está fluindo”.

A resposta é direta e reta: “Cada unidade atenderá conforme sua capacidade, os grupos da Covid-19 continuarão sendo atendidos por agendamento pelo www.cliquevacina.com.br”.

A boa notícia é que o sistema Clique Vacina continua, assim como os testes para Covid-19, que seguem sendo realizados nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) do Alto Ipiranga, Vila Suíssa, Ponte Grande e Jardim Camila para casos “sintomáticos leves” e em todas as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da cidade para “casos sintomáticos moderados a graves”.

Existem também os testes de farmácia, que são pagos. O Diário perguntou o que a população deve fazer quando estes dispositivos apresentam resultado positivo, e a Prefeitura de Mogi indica a procura por uma unidade de saúde para diagnóstico completo e também “afastamento das atividades laborais”.

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