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Mauricio de Sousa é candidato à Academia Brasileira de Letras

Depois de tornar-se membro da Academia Paulista de Letras, o desenhista Mauricio de Sousa está lançando sua candidatura à Academia Brasileira de Letras. O criador da Turma da Mônica, principal idealizador de histórias e personagens dos quadrinhos infanto-juvenis brasileiros quer ocupar a cadeira número 8 da ABL, que era da professora Cleonice Berardinelli, uma estudiosa […]

22 de março de 2023

Reportagem de: O Diário

Depois de tornar-se membro da Academia Paulista de Letras, o desenhista Mauricio de Sousa está lançando sua candidatura à Academia Brasileira de Letras. O criador da Turma da Mônica, principal idealizador de histórias e personagens dos quadrinhos infanto-juvenis brasileiros quer ocupar a cadeira número 8 da ABL, que era da professora Cleonice Berardinelli, uma estudiosa do poeta português Fernando Pessoa.

Mauricio tem fortes influências do setor literário em sua vida. Além da mãe professora e do pai, um homem de rádio, ele tinha na família poetas e contadores de histórias, desde a época em que viveu em Santa Isabel, sua terra natal, de onde se mudou para Mogi, para passar a maior parte da infância e juventude.

Foi em Mogi que ele, atualmente com 87 anos, descobriu sua paixão pela arte e começou a desenhar, criando seus primeiros personagens.

Com 19 anos, foi para São Paulo, trabalhar como repórter policial da antiga Folha da Manhã, que deu origem à atual Folha de S. Paulo. Mesmo como jornalista, ele não deixava de desenhar e foi em 1959 que Mauricio publicou sua primeira tira diária com seus desenhos mostrando as aventuras do garoto Franjinha e seu cão Bidu. Logo, as tiras de Mauricio iriam se espalhar por jornais de todo o País, abrindo caminho para que chegasse aos dias atuais tendo criado mais de 400 personagens.

Foi a partir de 1970 que ele lançou sua principal personagem, a briguenta Mônica, inspirada em uma de suas filhas.Depois de passar pelas editoras Abril e Globo, Mauricio atualmente publica seus personagens na Panini.

Na condição de um dos autores de maior prestígio em todo o Brasil e até fora dele é que Mauricio decidiu pleitear uma vaga junto à ABL, onde esteve recentemente conversando com acadêmicos, no Petit Trianon, no Rio de Janeiro. Sua candidatura é vista como a possibilidade de levar a importância da entidade às crianças e jovens para que conheçam que lá está ou por lá já passou.

 

Invasão e limpeza

Técnicos do Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE), em recente encontro com representantes do Condemat, defenderam medidas conjuntas para conter as invasões de terra na região da bacia do rio Tietê, propensa a alagamentos naturais; evitar descartes de resíduos sólidos e de esgotos de origem industrial e urbana em afluentes do Tietê. Como contrapartida, o DAEE anunciou os serviços de limpeza e desassoreamento do rio no trecho entre Itaquá e Mogi.

Na mesma reunião, os técnicos apresentaram gráficos e modelos que esclarecem aos prefeitos que a operação das comportas da Barragem da Penha não tem influência alguma nos níveis do Tietê na região.

 

Festejando

O prefeito de Suzano, Rodrigo Ashiuchi (PR) não perdeu tempo e tratou logo de faturar politicamente em cima da invejável colocação de seu município no ranking do saneamento básico brasileiro, divulgado nesta semana pelo Instituto Trata Brasil. Ashiuchi usou as redes sociais para divulgar o fato de Suzano estar em 13ª colocação na classificação das 20 melhores cidades do País. Atrás de Suzano no ranking estão cidades como Maringá e Curitiba (PR), Palmas (TO), Campina Grande (PB), Vitória da Conquista (BA), Londrina (PR) e Brasília (DF).

 

Tantas emoções…

A jornalista Maria Beltrão, uma das apresentadoras do “É de Casa”, programa da Rede Globo mostrado para todo o Alto Tietê pela afiliada TV Diário, se emocionou, no último sábado (18), durante uma entrevista com a mogiana Simone Silotti, pequena produtora de hortaliças da região do Conjunto Santo Ângelo. Idealizadora do “Faça um Bem Incrível”, projeto premiado que ajudou na doação das plantações dos moradores daquela região, Silotti chorou ao falar sobre as dificuldades da vida no campo, especialmente durante este início de ano, em razão dos prejuízos causados pelas fortes chuvas. “Como não se emocionar com a Simone, né? Eu já estava emocionada durante a matéria, aí ela se emociona nesse final, não tem como. Vamos aplaudir”, disse Beltrão, com olhos marejados.

 

Conservadores

O lançamento de candidaturas próprias na região e a organização de chapas buscando um alinhamento com as bandeiras conservadoras do bolsonarismo são alguns dos assuntos do Encontro Preparatório  – Eleições 2024 da Região Metropolitana de São Paulo, marcado para esta sexta-feira (24), às 10 horas, na sede da Associação Cultural Suzanense (Bunkyo Suzano). O encontro servirá ainda para definir as ações voltadas para o fortalecimento das mulheres no PL. O general Braga Netto, ex-vice-presidente ao lado de Jair Bolsonaro, deverá estar presente para falar das estratégias do PL para  mapear e impulsionar as lideranças já existentes e buscar novos talentos para o próximo pleito. O prefeito de Suzano, Rodrigo Ashiuchi (PL) lidera o movimento.

 

Jogo de cintura

Enquanto isso, no PL nacional, o presidente Valdemar Costa Neto continua exercitando, como poucos, o seu jogo de cintura para tentar conviver harmonicamente com o clã Bolsonaro. Depois de irritar o ex-presidente, ao dar corda para uma possível candidatura de Michelle Bolsonaro a presidente da República, nas próximas eleições, Valdemar promete todo empenho para eleger o senador Flávio Bolsonaro prefeito do Rio de Janeiro no pleito do próximo ano. “Vamos batalhar por isso”, garantiu Costa Neto.

A julgar pela bronca de Bolsonaro em relação a Michelle, já é possível imaginar quem deve ser o candidato do PL na próxima disputa pela presidência da República: o próprio.

 

No cargo

E por falar em Michelle Bolsonaro, nesta terça-feira (21) ela assumiu o cargo de presidente do PL Mulher para viajar pelo Brasil buscando reestruturar a ala feminina do partido. Durante a posse, ficou estabelecido o prazo de até  metade do ano para que essas viagens tenham início, tendo Bolsonaro como companheiro, caso até lá ele já tenha retornado ao Brasil.

 

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