Mogi realiza ato contra Bolsonaro neste sábado
Mogi das Cruzes é uma das 488 cidades do País que confirmou a realização de atos contra o governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) neste sábado. No município, a concentração está agendada para às 09h30, no Largo do Rosário, na região central. Representantes da Cultura, Educação e partidos de oposição confirmaram presença. Este será o 4º dia […]
24/07/2021 08h46, Atualizado há 61 meses
Mogi das Cruzes é uma das 488 cidades do País que confirmou a realização de atos contra o governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) neste sábado. No município, a concentração está agendada para às 09h30, no Largo do Rosário, na região central. Representantes da Cultura, Educação e partidos de oposição confirmaram presença.
Este será o 4º dia de manifestações contra o presidente nos últimos 2 meses. Os demais atos foram realizados em 29 de maio, 19 de junho e 3 de julho, em cidades de todo o país, incluindo Mogi.
Os organizadores pedem que os participantes usem máscara de prevenção e respeitem o distânciamento social, o que não foi totalmente respeitado na última manifestação em Mogi, em 19 de junho, também no Largo do Rosário.
“Ninguém aguenta mais: 542 mil famílias de luto por causa das mortes pela Covid”, publicou a vereadora Inês Paz, presidente do Psol no Alto Tietê, em convite para o ato. “Por isso, estamos nas ruas, em defesa da vacina no braço, comida no prato, auxílio emergencial e fora Bolsonaro”, acrescentou a parlamentar.
Pressão
Partidos de esquerda e movimentos sociais marcaram para hoje novos atos contra o governo Jair Bolsonaro. Segundo organizadores, a estratégia agora é ampliar a pressão para que o presidente da Câmara, Arthur Lira (Progressistas-AL), abra um pedido de impeachment do presidente.
“Queremos forçar a Câmara a instaurar o pedido de impeachment e dar apoio à CPI (da Covid)”, disse coordenador da Central de Movimentos Populares e um dos líderes do movimento, Raimundo Bonfim. As bandeiras principais continuarão sendo o auxílio emergencial de R$ 600, a vacina e o ‘fora Bolsonaro’.