Polícia prende suspeito de matar boliviano a marteladas; ambos estavam na mesma festa
O delegado Ricardo Glória, do Setor de Homicídios de Mogi das Cruzes, disse em entrevista à TV Diário, que uma testemunha apontou Jefferson de Almeida Cunha, morador em Itaquaquecetuba, como o autor da morte do comerciante boliviano Juan Monasterio Leon. O crime ocorreu na noite de domingo último, após uma festa da comunidade de imigrantes […]
19/08/2022 08h29, Atualizado há 48 meses
O delegado Ricardo Glória, do Setor de Homicídios de Mogi das Cruzes, disse em entrevista à TV Diário, que uma testemunha apontou Jefferson de Almeida Cunha, morador em Itaquaquecetuba, como o autor da morte do comerciante boliviano Juan Monasterio Leon. O crime ocorreu na noite de domingo último, após uma festa da comunidade de imigrantes no Jardim Viviane. Além de Juan Leon, que faleceu, a esposa dele foi agredida e um outro homem, que acompanhava o casal permanece hospitalizado em estado grave.
Jefferson, conhecido como Inho, foi detido na quinta-feira (18), em casa.
O crime chocou a comunidade boliviana que passou a residir e trabalhar em Itaquacetuba a partir da década de 1990 (confira reportagem).
A família de Leon estava em uma festa, em comemoração ao Dia do Comerciante, e foi agredida quando já deixava o local, segundo apurou O Diário. Havia chamado a atenção da Polícia, o fato de documentos, celular e dinheiro não terem sido levados durante o ataque.
O crime, segundo o delegado disse à reportagem da TV Diário, teria sido motivado por uma discussão ocorrida ainda na festa. Cunha negou o crime. Na casa dele, foram apreendidos martelos – essa teria sido a ferramenta usada para agredir as vítimas.
Juan Monastério Leon foi enterrado na última quarta-feira, em Itaquaquecetuba.