Questão do lixo poderá ser debatida no Concidade
A questão envolvendo a substituição da empresa responsável pelos serviços de coleta de lixo e limpeza pública de Mogi das Cruzes preocupa segmentos diferentes da comunidade. Tanto que, nesta semana, o presidente do Instituto Cultural e Ambiental do Alto Tietê (Icati), José Arraes, encaminhou uma solicitação verbal a Renata Harada para que a empresa Peralta […]
10/08/2021 18h48, Atualizado há 60 meses
A questão envolvendo a substituição da empresa responsável pelos serviços de coleta de lixo e limpeza pública de Mogi das Cruzes preocupa segmentos diferentes da comunidade. Tanto que, nesta semana, o presidente do Instituto Cultural e Ambiental do Alto Tietê (Icati), José Arraes, encaminhou uma solicitação verbal a Renata Harada para que a empresa Peralta Ambiental seja convidada a enviar um representante a uma reunião do Conselho Municipal da Cidade (Concidade) para que possa fazer uma apresentação dos projetos e ações que demandam a coleta dos diferentes resíduos sólidos produzidos no município de Mogi das Cruzes.
“Uma nova empresa está se incumbindo de um trabalho dos mais importantes e até crucial para a saúde, organização e administração, tanto das zonas urbanizadas quando das zonas rurais da cidade”, explica Arraes, que também estendeu tal propósito à 17ª Subseção de Mogi das Cruzes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), responsável pelo cargo de vice-presidente do Concidade, por meio de seu representante, advogado Caio Vano Cogonhesi.
O presidente do Icati, por meio de mensagem enviada a esta coluna, também concita especialmente a sociedade civil organizada, em especial a Associação dos Engenheiros, Arquitetos e Agrônomos de Mogi, assim como a Diretoria do Alto Tietê da Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp/Ciesp), universidades e sindicatos, assim como às demais entidades e instituições no sentido de uma ampla mobilização para acompanhar e fazer indagações ao representante da Peralta Ambiental sobre os critérios a serem adotados na coleta e destinação dos nossos resíduos sólidos, notadamente na administração da coleta seletiva, “precariamente tratada ao longo dos últimos anos e até os dias atuais”
“Em tempo também e, por ser oportuníssimo, participarmos de uma discussão prioritária relativo à busca de uma outra forma mais eficiente, qualitativa, econômica e atualizada para o destino final dos nossos lixos úmidos, eliminando definitivamente a possibilidade de um aterramento sanitário em nosso território, que ainda é rico em lençóis freáticos e, fundamentalmente, por ser atualmente o maior produtor de água doce superficial acumulada em represas ou nos corpos d’água que nos drenam. na Região Metropolitana da Grande São Paulo. As maiores e mais representativas entidades da sociedade civil podem e devem participar ativamente, em conjunto com os governantes municipais, responsáveis na solução definitiva e almejada há anos, deste necessário serviço”, insiste o presidente do Icati, José Arraes.