Suspeito de roubar e agredir ex-delegado em Mogi é morto pela Polícia
Na noite desta quinta-feira (15), uma perseguição policial terminou na morte de um homem que era procurado pela Justiça, em Mogi das Cruzes. Ele era suspeito de ser um dos envolvidos em um caso de agressão e roubo ao ex-delegado João Carlos de Moraes, que aconteceu no dia 12 de agosto deste ano. O suspeito […]
16/09/2022 11h06, Atualizado há 47 meses
Na noite desta quinta-feira (15), uma perseguição policial terminou na morte de um homem que era procurado pela Justiça, em Mogi das Cruzes. Ele era suspeito de ser um dos envolvidos em um caso de agressão e roubo ao ex-delegado João Carlos de Moraes, que aconteceu no dia 12 de agosto deste ano. O suspeito já tinha a prisão decretada, mas estava foragido.
Segundo o boletim de ocorrência, dois policiais estava no local em que o crime contra o ex-delegado aconteceu – a Praça Francisco Ribeiro Nogueira, mais conhecida como Largo 1º de Setembro – quando identificaram o suspeito. Como eles já tinham conhecimento do mandado de prisão temporária por 30 dias, que havia sido expedido pela Justiça, foram abordar o homem. Durante a ação, um dos policiais foi até o suspeito, enquanto o outro permaneceu na viatura.
O policial teria identificado um volume na cintura do suspeito e, por isso, redobrou os cuidados na abordagem. Entretanto, o homem teria se movimentado bruscamente, quando o policial efetuou disparos para o alto. Nesse momento, o suspeito empreendeu fuga em direção ao Beco do Sapo e quando se aproximou da rua Senador Dantas, se voltou em direção aos policiais dizendo que iria atirar. O agente de segurança, então, efetuou dois disparos contra o suspeito que continuou correndo, mas soltou a arma na sequência.
No cruzamento com a Rua Doutor Correia, de acordo com o policial, o homem caiu porque foi atingido pelos tiros. O policial chamou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) que, no local, constatou a morte do suspeito.
Uma moça, que é suspeita de ter participado do crime contra o ex-delegado, se aproximou dos policiais e foi detida, porque também já era procurada. Ela seria, então, encaminhada para a audiência de custódia. A ocorrência foi registrada na Central de Polícia Judiciária.