Trabalhabilidade vira a palavra da hora
Não tenho dúvidas que a “palavra da hora” hoje em dia no ambiente corporativo das empresas é trabalhabilidade. Não existe um só significado para esta palavra, mais de maneira geral se traduz na capacidade dos executivos das empresas de dar mais longevidade a suas carreiras e, isto somente é possível através da educação continuada, pois […]
21/11/2022 10h49, Atualizado há 44 meses
Não tenho dúvidas que a “palavra da hora” hoje em dia no ambiente corporativo das empresas é trabalhabilidade. Não existe um só significado para esta palavra, mais de maneira geral se traduz na capacidade dos executivos das empresas de dar mais longevidade a suas carreiras e, isto somente é possível através da educação continuada, pois mudanças constantes nas demandas empresariais impulsionam o aprendizado por toda vida.
A questão é o que devemos apreender e onde buscar estas novas tecnologias. As escolas de negócios tentam se adaptar ao ritmo das transformações e, sem dúvida, trouxeram um desafio para as instituições de ensino pois se antes havia apenas o aluno experiente e o novo, agora os dois perfis se ampliaram, com os mais velhos em busca de informações tecnológicas e os mais novos tentando compensar a inexperiência.
Outro fator importante para a longevidade profissional é a saúde, pois os mais velhos vão competir com os jovens e precisam estar preparados fisicamente com uma boa dose de dedicação e comprometimento.
As empresas que conseguirem entender esta interação entre a jovialidade e a maturidade nesta mistura de gerações com certeza terão resultados melhores pois experiência e inovação são combinações enriquecedoras e fazem com que os executivos seniores despertem para as novas tecnologias.
Neste ambiente de transformações, as empresas de recrutamento e os departamentos de RH das empresas precisam se atualizarem aos novos pré-requisitos e perfis exigidos para esta nova necessidade que resultará no sucesso ou fracasso das organizações pois não basta buscar novos profissionais no mercado, ate porque eles ainda não existem na sua totalidade, mais sim buscar dentro das empresas profissionais que possam ser requalificados para as demandas organizacionais atuais e futuras.
É preciso entender o presente para conseguir enxergar com mais clareza o futuro que se aproxima cada vez mais rápido.
Trazendo isto para o ambiente brasileiro temos um adicional que chamamos de estrutura emocional que fazem do Pensamento critico e competência interpessoal elementos chaves na crise.
É preciso buscar o autoconhecimento a qualquer custo e questionar o significado do trabalho e sua contribuição para a sociedade.
O executivo brasileiro sempre foi reconhecido de forma positiva por trabalhar em ambientes de alta volatilidade e assim serão os ambientes corporativos em um futuro próximo.
Forte abraço
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Cláudio Costa é empresário, economista e diretor executivo da AGFE