Vereador perde a mulher e o botijão de gás para o desafeto
Ex-vizinho de Jair Bolsonaro no Vale do Ribeira, Joel Avelino Ribeiro conta que cansada da vida turbulenta que levava com o marido , um ex-vereador da UDN, num vilarejo às margens do rio Ribeira , a mulher resolveu separar e ir embora, avisando que voltaria para pegar seus pertences. Passados alguns dias, ela retornou, já […]
28/11/2021 10h56, Atualizado há 57 meses
Ex-vizinho de Jair Bolsonaro no Vale do Ribeira, Joel Avelino Ribeiro conta que cansada da vida turbulenta que levava com o marido , um ex-vereador da UDN, num vilarejo às margens do rio Ribeira , a mulher resolveu separar e ir embora, avisando que voltaria para pegar seus pertences.
Passados alguns dias, ela retornou, já acompanhada, para separar o que iria levar.
Ao chegar a vez do botijão de gás o novo “marido” , um massa bruta de quase 2 metros de altura, cortador de palmito e metido a valentão, chama o ex-edil e diz no seu sotaque regional: “ Ah, pois o quê!, faz o favor de trocar o botijão de gás por um novo que botijão vazio e enferrujado eu não levo.”
O já ex- marido é rápido:
“Tá bom, não vamos brigar só por causa disso”.
Saiu e logo voltou com o botijão novinho em folha!!!
Toninho lembra de “Fumaça”
Fumaça” foi um desses personagens inesquecíveis, que perambulava por Mogi nos anos 60 e 70.
Toninho Andari, assessor da Promoção Social, encontrou-o, certa vez, deitado na calçada da antiga Rodoviária.
Ligou para o Ambulatório Municipal e ordenou que o levassem para lá, dessem banho, comida, roupa nova e internação definitiva junto à Liga Humanitária.
“Fumaça “ foi embora no dia seguinte.
Dias depois, Toninho voltou a encontrá-lo numa calçada do centro.
Passou-lhe um sermão e avisou que iria mandá-lo de volta para o Ambulatório.
“Fumaça” fez que nada ouviu. Mas quando Toninho parou de falar, ele retrucou, definitivo: “Afinal, quanto você ganha por cada cabeça que você manda para lá?”
Depois de ouvir aquilo, o bom samaritano decidiu deixar “Fumaça” por ali mesmo, sem ser incomodado…
Chuva de m… sobre Jundiapeba
Jundiapeba, só agora, há pouco tempo, passou a ganhar maior atenção dos prefeitos mogianos.
Lá pelos anos 70, era um local esquecido de muitos e, por isso mesmo, seus eleitores costumam votar em candidatos da oposição, desencantados com a falta de apoio dos governantes situacionistas.
Toninho Andari é quem conta uma história daqueles tempos, na condição de testemunha ocular dos fatos.
Eleição vencida em 1976, Waldemar foi indagado, em entrevista, sobre Jundiapeba, único ponto da cidade, onde teve menos votos que os três candidatos emedebistas que o confrontaram.
“Se eu pudesse, passava com um avião carregado de m…. e jogava em cima”, disse ele, para provocar Nito Sona, o vereador oposicionista de lá.
A repercussão foi a pior possível, mas o eleito não voltou atrás.
Nos próximos seis anos, Jundiapeba continuou esquecida.