Vice-prefeita não precisará deixar o cargo para sair candidata a deputada federal
Caso venha, realmente, disputar uma vaga de deputada federal nestas eleições, a vice-prefeita de Mogi, Priscila Yamagami, não irá precisar se desincompatibilizar do cargo que ocupa atualmente na Prefeitura de Mogi, garante o advogado especialista em Direito Eleitoral, Luiz David da Costa Faria. “Não precisará, por ser uma substituta do prefeito, mas ela não poderá […]
04/03/2022 07h09, Atualizado há 54 meses
Caso venha, realmente, disputar uma vaga de deputada federal nestas eleições, a vice-prefeita de Mogi, Priscila Yamagami, não irá precisar se desincompatibilizar do cargo que ocupa atualmente na Prefeitura de Mogi, garante o advogado especialista em Direito Eleitoral, Luiz David da Costa Faria.
“Não precisará, por ser uma substituta do prefeito, mas ela não poderá assumir o cargo de prefeita, nem por um só dia, nos seis meses que antecederem as eleições”, diz o advogado, que ainda alerta: “A vice-prefeita, se candidata, terá uma série de restrições em sua atuação, para que não se caracterize o chamado abuso do poder político, ou dos meios de comunicação”, diz Luiz David, consultado pela coluna.
Gondim será candidato pelo União Brasil
O ex-deputado estadual e médico de Mogi das Cruzes, Luiz Carlos Gondim Teixeira, dirimiu, de uma vez por todas, dúvidas que ainda poderiam estar pairando sobre sua virtual candidatura novamente a uma vaga na Assembleia Legislativa paulista. “Serei candidato a deputado estadual e estou firme, ajudando o meu partido no interior do Estado, onde também articulo a minha candidatura. Espero que o partido venha com uma chapa forte”, disse Gondim, ontem cedo, para esta coluna.
Antigo filiado ao PSL, ele deve continuar no União Brasil , partido formado a partir da união com o DEM.
Ele quer jogar num “time bom” para não repetir o que houve na eleição passada, quando ele viu 28 deputados de outros partidos se elegerem com menos votos do que ele, então filiado ao mal sucedido PTB.
O peso das legendas na Câmara
Avaliação feita pela Agência O Globo mostra como deverão ficar as principais legendas na Câmara Federal, após o atual período de troca-troca partidário, iniciado nesta quinta (3): o PL, que começou a legislatura com 33 deputados federais , chega, agora, aos 43, e deverá alcançar 72 após a janela.
O União Brasil, que é hoje o maior partido, começou a legislatura com 81 deputados, chegou aos 78 e deverá ficar entre 55 a 60 deputados, por conta de debandada do pessoal do PSL (Bolsonaro) para o PL. Será o segundo mais forte, atrás, é claro, do PL do presidente Costa Neto.
Já o PT começou com 54, hoje tem 54 e deve voltar aos 54 após a janela. O PSD, que tinha 35, hoje chega a 37 e projeta 45 a 50 após a janela. Enquanto isso, o MDB, que iniciou com 34, mantém os mesmos 34, mas deve ficar só com 30 parlamentares.