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Romaria Feminina de Mogi das Cruzes reúne 43 mulheres em caminhada até Aparecida

Grupo percorreu cerca de 140 km em quatro dias; movimento foi criado em 2017 e reúne mulheres em um trajeto de fé e superação até o Santuário Nacional

Por Ana Lívia Terribille
24/07/2025 09h10, Atualizado há 8 meses

Carrossel de fotos

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Saída em Mogi das Cruzes | Foto: Arquivo pessoal

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Equipe de apoio | Foto: Arquivo pessoal

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Saída em Mogi das Cruzes | Foto: Arquivo pessoal

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Caminhando pela rodovia Mogi-Guararema | Foto: Arquivo pessoal

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Caminhando pela Dutra, em Caçapava | Foto: Arquivo pessoal

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Chegada no Santuário Nossa Senhora Aparecida | Foto: Arquivo pessoal

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Chegada no Santuário Nossa Senhora Aparecida | Foto: Arquivo pessoal

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Chegada no Santuário Nossa Senhora Aparecida | Foto: Arquivo pessoal

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Chegada no Santuário Nossa Senhora Aparecida | Foto: Arquivo pessoal

Saída em Mogi das Cruzes | Foto: Arquivo pessoal

A Romaria Feminina de Mogi das Cruzes chegou à sua 8ª edição nesta terça-feira (22), com a chegada do grupo ao Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida. Ao todo, 43 mulheres participaram da peregrinação deste ano, que começou no último sábado (19) e percorreu cerca de 140 quilômetros em quatro dias.

O movimento foi criado em 2017 por Armando Ikeda, de 70 anos, que já participava de romarias desde 2010, inicialmente em grupos formados apenas por homens. A ideia surgiu quando sua esposa e duas amigas manifestaram o desejo de também vivenciar a experiência.

“Resolvi levá-las como apoio e, junto com elas, outras mulheres também quiseram participar. Em 2017, saímos com 17 mulheres. Desde então, a Romaria Feminina se tornou uma tradição”, conta Armando.

Neste ano, a saída aconteceu, como de costume, na Praça do Socorro, em Mogi das Cruzes. No primeiro dia, o grupo seguiu até Jacareí. No segundo, chegou a Taubaté; depois, a Pindamonhangaba. A chegada em Aparecida aconteceu no quarto dia, encerrando o percurso.

Segundo Armando, o momento mais emocionante é sempre a chegada ao Santuário. “É quando todas se esquecem das dores, das bolhas nos pés e sentem que o objetivo foi alcançado. É uma sensação imensa de gratidão à Nossa Senhora Aparecida”, afirma.

Estrutura e segurança

Para garantir o bem-estar das participantes, a romaria conta com uma estrutura de apoio que inclui quatro monitores a pé e dois motorizados. Um ônibus acompanha o grupo para o transporte de volta a Mogi, além de um caminhão para hidratação, bagagens e alimentos, e um carro para emergências.

“Como se trata de um grupo só de mulheres, também instalamos dois banheiros químicos a cada 10 km de trajeto”, explica o organizador.

Próxima edição

A edição de 2026 já está marcada: as romeiras sairão novamente em 18 de julho, com chegada prevista para o dia 21. A expectativa é manter o limite de 50 mulheres, número máximo permitido pelo ônibus de apoio.

Ainda de acordo com o organizar, a prioridade é dada às participantes do ano anterior. “Em geral, cerca de 50% voltam no ano seguinte. Em 2025, foram 43 mulheres, então esperamos entre 25 e 27 delas novamente em 2026. Depois disso, completamos o grupo com nomes da lista de espera”, ressaltou Armando Ikeda.

Atualmente, 14 mulheres já estão na lista de espera para a próxima edição.

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