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Vigilância Epidemiológica de Mogi orienta contra influenza aviária

Higienizar frequentemente as mãos com água e sabão ou solução alcoólica 70% e cobrir nariz e boca ao tossir ou espirrar são recomendações da Secretaria de Saúde

Por Victoria Freitas
16/06/2025 19h20, Atualizado há 10 meses

Vigilância Epidemiológica em Saúde orienta sobre prevenção à Influenza Viária | Divulgação/PMMC

Diante do aumento de registros de casos no País, a Vigilância Epidemiológica em Saúde de Mogi das Cruzes disponibiliza para a população orientações relacionadas à prevenção da Influenza Aviária. Segundo o Ministério da Saúde, a principal forma de transmissão aos humanos ocorre por meio do contato direto ou indireto com aves infectadas, suas penas, secreções, fezes ou superfícies contaminadas, por isso, a recomendação principal é evitar o contato com essas aves.

O veterinário Jefferson Leite, diretor da Vigilância Epidemiológica em Saúde de Mogi, destaca que a prevenção começa com a conscientização.

“É fundamental que a população colabore e nos comunique imediatamente qualquer ocorrência de aves doentes ou mortas. Não se deve tocar nestes animais. Cada atitude responsável faz diferença na proteção da saúde pública”, diz.

Além disso, outras medidas preventivas podem ser adotadas como higienizar frequentemente as mãos com água e sabão ou solução alcoólica 70%; cobrir nariz e boca ao tossir ou espirrar; evitar contato próximo e desprotegido com pessoas que apresentem sintomas gripais; manter os ambientes arejados; e evitar aglomerações e locais fechados.

Segundo a Secretaria de Saúde de Mogi das Cruzes a gripe aviária é causada por subtipos do vírus Influenza tipo A, que ocorre naturalmente entre as aves, especialmente nas silvestres migratórias. Nos animais, as características da doença podem variar desde formas leves, com poucos ou nenhum sintoma, até altamente patogênicas, que causam doença grave e alta mortalidade, principalmente em espécies domésticas como galinhas e perus. 

Já em humanos, a infecção é rara, mas acontece principalmente quando há contato direto ou indireto com aves infectadas. Os subtipos mais conhecidos associados a casos humanos são o H5N1, H7N9 e H5N6. Os sintomas em humanos são febre alta, tosse, dor de garganta e dores musculares. Em casos mais graves, pode evoluir para pneumonia, dificuldade respiratória e complicações que podem levar ao óbito.

Em São Paulo, o primeiro caso confirmado pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA-SP), foi detectado em uma ave silvestre no município de Diadema, com sintomas como: dificuldade de voar e alterações respiratórias e neurológicas. O Estado ainda não registrou nenhuma ocorrência em humanos. 

A Secretaria Municipal de Saúde reforça que a orientação e colaboração da população é essencial para evitar a transmissão da doença e garantir mais segurança na saúde da comunidade. Em caso de identificação de aves doentes ou mortas, a população deve acionar o Centro de Controle de Zoonoses pelos telefones 153, 4798-6799 ou 4798-6785.

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