Após 600 dias, Suzano alcança marca de mil mortes por Covid-19
Após pouco mais de 600 dias da confirmação do primeiro caso e primeira morte por Covid-19 em Suzano, a cidade alcançou nesta quarta-feira (1°) a marca cravada de mil óbitos por Covid-19 notificados oficialmente. O índice de recuperação da doença no município é de 91%. Em meio a preocupações sobre a variante Ômicron do novo […]
01/12/2021 17h32, Atualizado há 54 meses
Após pouco mais de 600 dias da confirmação do primeiro caso e primeira morte por Covid-19 em Suzano, a cidade alcançou nesta quarta-feira (1°) a marca cravada de mil óbitos por Covid-19 notificados oficialmente. O índice de recuperação da doença no município é de 91%.
Em meio a preocupações sobre a variante Ômicron do novo coronavírus – ainda estudada por cientistas – está é a terceira cidade da região chegar na expressiva marca. As outras cidades foram Mogi das Cruzes e Itaquaquecetuba, que hoje contabilizam 1.727 e 1.115 vítimas fatais da doença cada, respectivamente. .
O primeiro caso oficial de Covid-19 em Suzano foi notificado em 20 de março de 2020 pela Prefeitura Municipal. Já a primeira morte de um paciente infectado com a doença foi divulgada após cinco cias – em 30 de março.
Nesta quarta-feira (1°) a cidade notificou um novo óbito, enquanto totalizava 26.772 casos confirmados da doença entre 24.580 recuperados – que resulta em índice de recuperação de 91%, segundo informações do balanço diário do Consórcio de Desenvolvimento dos Municípios do Alto TIetê, o Condemat. Já a taxa de letalidade do coronavírus em Suzano chegou a 3,7%
A região também confirmou mais quatro mortes, sendo duas em Mogi das Cruzes – uma mulher de 62 anos e um homem de 68 anos, e Itaquá – uma mulher de 89 anos e um homem de 62 anos.
O Alto Tietê totalizava na tarde desta quarta, 5.651 vítimas fatais da Covid-19, entre 140.636 contágios confirmados da doença, sendo que 121.833, ou 86%, dos pacientes conseguiram se recuperar. A taxa de letalidade da doença chegou a 4%.
Mogi lidera o ranking regional em números absolutos, agora com 1.727 mortes, entre 42.124 casos confirmados da doença, sendo 39.212 (93%) pessoas recuperadas, segundo os dados do Condemat.
Variante
O surgimento de uma variante no novo coronavírus confirmado em regiões da África preocupa especialistas internacionais de saúde. Batizada de Ômicron – letra grega correspondente à letra “o” do alfabeto -, a cepa B.1.1.529 foi identificada em Botsuana, país vizinho à África do Sul, em meados de novembro. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a variante pode se tornar responsável pela maior parte de novos registros de infecção pelo novo coronavírus em províncias sul-africanas (leia mais aqui).