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Patrulha Maria da Penha presta apoio a vítimas e detém dois agressores em Suzano

A Patrulha Maria da Penha de Suzano foi destaque da Guarda Civil Municipal (GCM) nesta última semana. Isso porque o grupamento especializado atendeu a quatro ocorrências, acolhendo vítimas de violência doméstica, detendo dois agressores e, ainda, prestando apoio a casos de furto e de abordagem à motociclista sem habilitação. Informada sobre o descumprimento de uma […]

17 de março de 2022

Reportagem de: O Diário

A Patrulha Maria da Penha de Suzano foi destaque da Guarda Civil Municipal (GCM) nesta última semana. Isso porque o grupamento especializado atendeu a quatro ocorrências, acolhendo vítimas de violência doméstica, detendo dois agressores e, ainda, prestando apoio a casos de furto e de abordagem à motociclista sem habilitação.

Informada sobre o descumprimento de uma medida protetiva no bairro Parque Maria Helena, na última sexta-feira (11), a patrulha se deslocou até a residência cadastrada no chamado. Ao chegar no local, as agentes avistaram o suposto agressor no portão da vítima que, por sua vez, já havia acionado a guarda municipal em outras ocasiões devido ao comportamento do indivíduo.

Na oportunidade, a mulher relatou que o cidadão havia invadido a residência, tentando arrombar o portão da casa com chutes, além de ameaçá-la de morte na frente de seus dois filhos. Após a apreensão, as partes foram conduzidas à Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) mais próxima, onde a delegada de plantão ratificou a prisão por perseguição, ameaça e descumprimento da medida protetiva. O homem permaneceu à disposição da Justiça.

Ainda no mesmo dia, outra equipe da Patrulha Maria da Penha realizava uma ronda na rua General Francisco Glicério quando foi abordada por uma mulher, aparentemente ferida, que afirmou ser perseguida pelo seu companheiro e agredida. Com isso, a vítima foi dirigida à Delegacia da Mulher para formalizar uma denúncia.

Posteriormente, o autor da agressão também compareceu à delegacia, negando o ocorrido. Devido à medida protetiva em desfavor do autuado e as escoriações na mulher, a delegada de plantão deu voz de prisão ao agressor por lesão corporal, injúria e violência doméstica e o indivíduo também permaneceu à disposição da justiça.

Outras ocorrências

Mesmo com os atendimentos voltados às mulheres, a Patrulha Maria da Penha também atuou em ocorrências de outras espécies. Na última semana, duas agentes atendiam uma ocorrência de descumprimento de medida protetiva na área central do município quando se depararam com um flagrante de furto de celular em um comércio local.

Uma das GCMs prontamente deu ordem de parada ao suspeito que tentava fugir a pé, sendo parado pela oficial. Ao ser questionado, o indivíduo confessou que tentou furtar o celular e chegou de viagem ao Brasil na semana anterior. Ao revistá-lo, os guardas não encontraram nenhum documento de identidade, motivando a condução da vítima e do infrator à Delegacia de Polícia (DP) Central.

Já no último dia 7, por volta das 11h40, oficiais da patrulha estavam no bairro Vila Fátima quando avistaram um cidadão sem capacete dirigindo uma motocicleta sem retrovisor, motivando a ordem de parada, ignorada pelo condutor. Com isso, a equipe acompanhou e deteve o motorista que, ao ser revistado, estava em posse de um pacote com maconha. Questionado, o indivíduo admitiu não possuir carteira de habilitação e que o motor da motocicleta havia sido adulterado. Diante dos fatos, a equipe conduziu o indivíduo para a Delegacia do distrito de Palmeiras para as medidas cabíveis, onde a motocicleta foi apreendida e o infrator colocado à disposição da Justiça.

Segundo a comandante da GCM, Rosemary Caxito, todos os efetivos da guarda são capacitados para atender as ocorrências na cidade, embora sejam especializados para certos casos. “A Patrulha Maria da Penha, antes de ser uma ferramenta de proteção e cuidado direcionado para as mulheres, é parte do efetivo de segurança municipal. Por isso, o grupamento consegue verificar outras situações na cidade, assim como o Canil da GCM, a Romo e a Romu. No caso da patrulha, as vítimas de agressão doméstica, abusos e os casos de feminicídio são o foco principal para que possamos investigar e prestar o apoio devido”, explicou.

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