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Vigilância Sanitária de Suzano intensifica fiscalização a clínicas terapêuticas

A Vigilância Sanitária de Suzano vai intensificar o combate ao surgimento de clínicas terapêuticas clandestinas. Nesta semana, o grupo iniciou uma série de reuniões para discutir as ações. Além da vigilância, também participam do encontro o departamento Jurídico da Secretaria Municipal da Saúde, a Rede de Atenção Psicossocial (Raps) e a Secretaria Municipal de Assistência […]

17 de setembro de 2022

Reportagem de: O Diário

A Vigilância Sanitária de Suzano vai intensificar o combate ao surgimento de clínicas terapêuticas clandestinas. Nesta semana, o grupo iniciou uma série de reuniões para discutir as ações. Além da vigilância, também participam do encontro o departamento Jurídico da Secretaria Municipal da Saúde, a Rede de Atenção Psicossocial (Raps) e a Secretaria Municipal de Assistência Social, representando o Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas). 

A ação visa localizar clínicas que apenas utilizam um imóvel para receber as pessoas e não têm CNPJ, nem mesmo autorização da Vigilância Sanitária para funcionarem, além de não disporem de estrutura para atuar neste segmento, que prima pela recuperação de pessoas que estão vulneráveis e enfrentando problemas com álcool ou drogas.

De acordo com o coordenador da Vigilância Sanitária de Suzano, Mauro Vaz, o resultado dos encontros deve gerar uma maior fiscalização desses locais que não apresentam condições de prestar esse tipo de serviço. “Os estabelecimentos irregulares funcionam sem nenhum critério e estamos preocupados. Por isso, vamos envolver esses setores da prefeitura para que possamos intensificar as inspeções e fechar os espaços que não prestam um bom serviço”, destacou.

Ainda segundo Mauro Vaz, a preocupação da existência destes lugares não é exclusividade da Vigilância Sanitária, mas de toda a administração municipal.

“Por isso fizemos essa reunião na quarta-feira, e outras mais ocorrerão. Posso dizer que a primeira foi bem produtiva. Recebemos, em média, três denúncias por mês contra essas comunidades terapêuticas irregulares e esses encontros foram concebidos para podermos traçar os meios de como fazer a fiscalização de uma maneira mais eficiente”, explicou Vaz.

A próxima reunião está marcada para ocorrer na semana que vem, porém, ainda sem data e local definidos.

 

 

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