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Mara diz que ‘espera coerência do Governo do Estado’ sobre questão do pedágio

Ainda segundo a chefe do Executivo, a prefeitura segue acompanhando as ações na Justiça

Por Fabricio Mello
19/11/2025 12h20, Atualizado há 6 meses

Prefeita Mara e vice-prefeito Téo falaram com a imprensa durante o mutirão | Fabrício Mello/O Diário

A prefeita de Mogi das Cruzes, Mara Bertaiolli (PL), disse que a administração municipal segue com as ações na Justiça contra o pedágio nas rodovias Mogi-Dutra e Mogi-Bertioga, mas que “espera a sensibilização e a coerência do Governo do Estado“. A declaração foi dada hoje (19), durante uma coletiva de imprensa no início do mutirão de zeladoria em Jundiapeba.

Segundo a chefe do Executivo municipal, as questões judiciais referentes à instalação do pedágio já foram feitas e o processo está sendo acompanhado pela prefeitura.

“A nossa lição de casa nós já fizemos. Entramos com todas as ações, temos conversas, não foi parado nesses 15 dias. Nós continuamos trabalhando arduamente, mas a gente também espera a sensibilização e a coerência do Governo do Estado em relação ao pleito da nossa cidade. Não é um pedido da prefeitura ou da Câmara Municipal, é um pedido da cidade de Mogi das Cruzes para que essa injustiça seja corrigida.”

A cobrança de pedágios na região começou no início deste mês, no dia 1. A Concessionária Novo Litoral (CNL), responsável pela administração das vias desde a sua concessão, instalou pórticos de pedágio eletrônico na Mogi-Dutra, Mogi-Bertioga e na rodovia Padre Manoel da Nóbrega, que completa o chamado Lote Litoral.

Nas rodovias que ligam o Alto Tietê ao Litoral, os valores variam de R$ 1,56 a R$ 6,95, dependendo do trecho percorrido. Na Mogi-Dutra, por exemplo, a tarifa será de R$ 1,56 por sentido no trecho de Arujá e de R$ 1,99 por sentido no trecho de Mogi das Cruzes.

Poucos dias antes do início da cobrança, Mara convocou uma reunião com outras autoridades e representantes da sociedade civil para apresentar as ações que já haviam sido tomadas contra a cobrança e formular uma carta aberta ao governador Tarcísio de Freitas (Republicanos). Na ocasião, a prefeitura também comentou sobre a judicialização da questão, cogitando ir até o Supremo Tribunal Federal. As ações contra o pedágio seguem em tramitação na Justiça.

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