Polícia investiga suposta agressão cometida por guarda municipal em Mogi das Cruzes
Em nota, prefeitura afirma que 'não admite qualquer conduta irregular por parte de seus agentes'; sindicância para apuração do caso já está em andamento junto à Corregedoria
29/04/2026 17h57, Atualizado há 2 horas
Caso foi registrado na Delegacia Seccional de Mogi das Cruzes | Vitor Gianluca
A Polícia Civil investiga uma denúncia de agressão possivelmente cometida por agentes da Guarda Civil Municipal (GCM) de Mogi das Cruzes, na manhã do dia 16 de fevereiro. Em nota, a administração municipal informou que “não admite qualquer conduta irregular por parte de seus agentes”, ressaltando, ainda, que já existe uma sindicância em andamento junto à Corregedoria para apurar o caso (leia a resposta completa mais abaixo).
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Segundo o Boletim de Ocorrência (BO), a vítima teria sido espancada com golpes de bastão e, ainda, alvo de disparos de arma de fogo após uma abordagem da equipe da Ronda Ostensiva Municipal (Romu), nas proximidades da Praça do Brás Cubas.
Conforme o registro, o homem teria sido algemado e levado para uma área de mata pela GCM, onde sofreu as agressões. Ainda algemada, a vítima teria tentado fugir, quando os guardas atiraram em sua direção, sem atingi-la.
Segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), o homem foi encontrado pela Polícia Militar (PM) andando algemado por uma rodovia no bairro Taiçupeba. Após a identificação, ele foi socorrido e encaminhado à Santa Casa de Mogi das Cruzes.
O que diz a prefeitura?
Em nota enviada à redação de O Diário, a Prefeitura de Mogi das Cruzes afirmou que “não admite qualquer conduta irregular por parte de seus agentes”. Disse, também, que “todas as denúncias são rigorosamente apuradas pela Corregedoria da Guarda Civil Municipal”.
A administração municipal destacou que, sobre a ocorrência em questão, existe uma sindicância em andamento junto à Corregedoria, além da investigação realizada pela Polícia Civil, uma vez que o Boletim de Ocorrência foi registrado.
“A Secretaria Municipal de Segurança lembra ainda que este caso não representa o comportamento da corporação, que prima pelo respeito ao cidadão e pela atuação dentro das regras e da legalidade”, finalizou a prefeitura.
- Daniel Angel é estagiário e escreveu esta matéria sob supervisão da Edição de O Diário.