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Após 293 dias, Mogi chega ao marco de 600 vítimas fatais da Covid-19

Aos 51 anos, o enfermeiro e socorrista do Samu Cícero Romão, de Mogi das Cruzes, adiou a aposentadoria para não abandonar os colegas durante o combate ao coronavírus. Em abril, ele morreu por complicações da Covid-19, sendo um entre os 600 moradores da cidade que perderam a vida para a doença desde o início da […]

Por O Diário
18/01/2021 18h42, Atualizado há 64 meses

Aos 51 anos, o enfermeiro e socorrista do Samu Cícero Romão, de Mogi das Cruzes, adiou a aposentadoria para não abandonar os colegas durante o combate ao coronavírus. Em abril, ele morreu por complicações da Covid-19, sendo um entre os 600 moradores da cidade que perderam a vida para a doença desde o início da pandemia. A expressiva marca de seis centenas de óbitos na cidade foi alcançada nesta segunda-feira (18), segundo dados disponibilizados pelo Consórcio de Desenvolvimento dos Municípios do Alto Tietê (Condemat).

LEIA TAMBÉM: Ainda sem definição oficial, Alto Tietê aguarda o envio de vacinas

De acordo com o consórcio, a cidade notificou mais sete vítimas fatais nas últimas 72 horas, além de confirmar mais 400 casos da infecção. Ao todo, 14.164 contágios do coronavírus já foram registrados em Mogi, que resulta em uma taxa de letalidade de 4,2%. Ligeiramente abaixo do índice regional, em 4,0%. 

O vazio deixado pelas pessoas desta lista, como a professora que amava a profissão, Elisabete dos Santos da Silva, o pároco Francisco Deragil e Durvalino da Silva, eletricista idoso que foi a primeira vítima da doença na cidade, compõem novo capítulo da história da Mogi que não será mais a mesma. O óbito dele foi confirmado no dia 31 de março, pela Prefeitura. 

Os números, porém, podem ser maiores. De acordo com a Prefeitura, 8.051 moradores da cidade ainda aguardam resultado de exames para a doença, enquanto dois óbitos seguem em investigação. 

Já a taxa de recuperação na cidade estava em 84%: 11.925 pacientes que residem na cidade diagnosticados com a doença estão de volta ao convívio social. 

A cidade lidera o ranking regional da infecção, acompanhada de Itaquaquecetuba e Suzano, com 363 e 315 mortes cada, respectivamente.

Reunidas, as cidades somam 47.644 casos da doença e chegaram nesta segunda-feira a 1.930 mortes, sendo 16 notificadas nas últimas 72 horas. Os municípios vivem nova alta da doença, a média de óbitos passou de duas, há 14 dias, para 10 nesta segunda-feira (18), enquanto a média de novos casos passou de 116 para 390. Revelando que a pandemia ainda terá muitos desdobramentos até que a taxa de imunização satisfatória seja alcançada.

Na região, 37.436 moradores estão recuperados da Covid-19.

 

Ocupação

O balanço divulgado nesta segunda-feira (18) pela Secretaria Municipal de Saúde aponta que 66% dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) exclusivos para o tratamento da Covid-19 estavam ocupados. 

Os números são referentes aos hospitais públicos e particulares da cidade, que somam 107 leitos, sendo que 71 estão em uso.

As unidades têm ainda 161 leitos de enfermaria para tratar os pacientes com a mesma doença, dos quais 105 estão sendo usados (65%) (leia mais). 

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