Morre terceira vítima de batida entre ônibus escolar e trem no Paraná
Subiu para três o número de mortos da batida entre um ônibus escolar da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) e um trem em Jandaia do Sul, no norte do Paraná. A vítima é Izabel Aparecida Gimenes, de 55 anos, que era cozinheira na instituição e estava dentro do ônibus. Duas estudantes morreram […]
12/03/2023 12h01, Atualizado há 41 meses
Subiu para três o número de mortos da batida entre um ônibus escolar da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) e um trem em Jandaia do Sul, no norte do Paraná. A vítima é Izabel Aparecida Gimenes, de 55 anos, que era cozinheira na instituição e estava dentro do ônibus. Duas estudantes morreram local do acidente, na quinta-feira.
A morte da cozinheira ocorreu na sexta-feira, um dia após a colisão. Ainda não há informações sobre o sepultamento. Izabel estava internada em estado grave no Hospital da Providência, em Apucarana. As vítimas feridas no acidente foram encaminhadas para vários hospitais da região. Segundo o g1, 15 seguem internadas e 10 já receberam alta.
As duas outras vítimas fatais do acidente são Kimberly Caroline Ribeiro Pimenta, de 15 anos, e Maria Vitória Gomes Ferreira, de 11. Elas eram primas e foram sepultadas na sexta-feira, no Cemitério Municipal de Jandaia do Sul.
O acidente
Um ônibus escolar da Apae e um trem se envolveram em um acidente em Jandaia do Sul, no norte do Paraná, no final da manhã da última quinta-feira. Com a batida, o veículo foi arrastado por cerca de 30 metros.
Os estudantes voltavam para casa quando o ônibus foi atingido pelo trem. O veículo transportava 29 pessoas, sendo 25 crianças, três monitores e o motorista. No total, 27 pessoas ficaram feridas.
O Governo do Paraná decretou luto oficial de três dias pelo acidente.
Em depoimento à Polícia Civil do Paraná, o motorista afirmou que não viu o trem se aproximando e sequer ouviu barulho. Ele foi liberado por ter prestado socorro às vítimas.
Em nota enviada ao g1, a Rumo Logística, concessionária da linha férrea onde ocorreu o acidente, informou que “o maquinista do trem acionou a buzina para alertar sobre a travessia do trem, bem como acionou os freios quando foi surpreendido pelo veículo”. A empresa explicou que “por ser uma composição de carga de grande escala, o trem pode levar até 500 metros para conseguir parar por completo após o acionamento do freio”. A Rumo Logística lamentou o acidente e disse estar à disposição da polícia.