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Chuva provoca pontos de alagamento e interrompe circulação de trens na Linha 11

Muitos relampagos e trovões, com vertos fortes: o ‘céu fechou’ em Mogi das Cruzes por volta das 17h desta segunda-feira, após dias de calor intenso. Moradores registraram pontos de alagamento na região central da cidade, que dificultavam o trânsito dos automóveis, provocando lentidão.  A Defesa Civil de Mogi das Cruzes reforça que monitora as chuvas […]

Por O Diário
07/03/2022 17h07, Atualizado há 54 meses

Muitos relampagos e trovões, com vertos fortes: o ‘céu fechou’ em Mogi das Cruzes por volta das 17h desta segunda-feira, após dias de calor intenso. Moradores registraram pontos de alagamento na região central da cidade, que dificultavam o trânsito dos automóveis, provocando lentidão. 

A Defesa Civil de Mogi das Cruzes reforça que monitora as chuvas desta segunda-feira (07), dentro dos trabalhos da Operação Verão. Até as 17h30, a Defesa Civil diz que não registrou solicitações referentes às chuvas.

“Devido ao volume de chuvas, ocorreu um acúmulo de água próximo ao viaduto Professor Argeu Batalha, em Braz Cubas. No local, não houve interrupção do trânsito de veículos. Também podem ocorrer acúmulos de água em locais onde a intensidade for maior que a capacidade do sistema de drenagem”, trouxe nota da Prefeitura ao acrescentar que nestes casos, com o término da precipitação, a água escoa pelo sistema, normalizando a situação do ponto. 

A Prefeitura informa ainda que o volume pluviométrico será aferido na manhã desta terça-feira (08/03), junto à estrutura do DAEE, na Ponte Grande, englobando as 24 horas entre as 7h desta segunda-feira e as 7h desta terça-feira. O telefone para emergências da Defesa Civil é o 199.

A falta de energia tem causado transtornos em Mogi desde o início do ano, também marcado por temporais. Às 17h desta segunda foi registrada nova queda de luz em Mogi, dessa vez no bairro Conjunto São Sebastião. Em nota, a EDP informou que “na região que foi atingida pela chuvas fortes de verão dos últimos dias, temos várias ocorrências. As equipes estão atuando para restabelecer a energia o mais breve possível”. A energia elétrica voltou às 19 horas, mas ainda oscilando bastante.

Usuarios relatam demora na chegada dos trens na estação Mogi das Cruzes, da Linha 11 – Coral da CPTM -, e plataformas lotadas. Os trens chegaram a operar com velocidade reduzida. 

A circulação de trens no trecho entre as estações Tatuapé e Corinthians-Itaquera, na Linha 11-Coral da CPTM, ocorre na tarde desta segunda-feira (07) em via única, para obras emergenciais da Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras (SIURB) em uma galeria pluvial próximo à região de Itaquera.

Essas obras geram maiores intervalos médios entre os trens nos dois sentidos. A CPTM solicitou ao Metrô que a transferência gratuita entre os modais permaneça após as 17h00. Desta forma, os passageiros têm como alternativa a Linha 3-Vermelha do Metrô, que também atende as duas estações.

Devido às fortes chuvas que têm atingido a região da zona leste da capital paulista, foi observada uma erosão no local, que precisa ser contida para garantir a segurança dos passageiros.

Já a circulação de trens na Linha 11-Coral da CPTM entre as estações Ferraz de Vasconcelos e Poá foi retomada às 18h15 desta segunda-feira (07), após paralisação da circulação por conta de alagamento após as fortes chuvas que atingiram a região do Alto Tietê.

Previsão é de chuva

A previsão do tempo para esta terça já apontava ‘sol e pancadas de chuva à tarde e à noite, com temperatura mínima de 19ºC e máxima: 31ºC. A possibilidade de chuva era de 80% (15mm)

De acordo com o Instituto Nacional de Metereologia (Inmet), até as 11 horas desta terça-feira (8) valerá o “aviso metereológico” de “perigo potencial” para tempestades. Até o fim do prazo do alerta, pode chover “entre 20 e 30 milímetros por hora” ou até 50 milímetros por dia”, com ventos intensos entre “40 e 60 quilômetros por hora”, além de “queda de granizo”.

Esta intensidade de “nuvens carregadas”, segundo o Clima Tempo, se deve ao “contraste entre o calor intenso no Sul do Brasil e a formação de uma nova frente fria” assim como às “condições de circulação atmosférica em níveis altos da atmosfera”.

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