Moradores de César reclamam de infestação de aranhas
Moradores da Vila Suissa, no distrito de César de Souza, relatam uma infestação de aranha-armadeira. Sandra Maschio mora na rua José Veríssimo e conta que ela e os moradores do local estão encontrando as aranhas com muita frequência. Segundo ela, uma vez ou outra aparecia uma, mas agora é direto. “A minha filha que mora […]
29/04/2021 08h51, Atualizado há 63 meses
Moradores da Vila Suissa, no distrito de César de Souza, relatam uma infestação de aranha-armadeira.
Sandra Maschio mora na rua José Veríssimo e conta que ela e os moradores do local estão encontrando as aranhas com muita frequência. Segundo ela, uma vez ou outra aparecia uma, mas agora é direto.
“A minha filha que mora ao lado de casa já tirou cinco da casa dela. A nossa preocupação é porque ela pode matar um ser humano. O cachorro da vizinha foi picado por uma e morreu”, conta Sandra.
Ela diz ainda que precisou alterar a rotina em casa e passou a olhar debaixo dos móveis e até na casa do cachorro se não tem aranhas.
“Eu acho que podem estar vindo de terrenos aqui que os donos não limpam. A minha filha diz que tem área que é da prefeitura. Então pode ser disso ou talvez um desequilíbrio da natureza”, pontua.
A Secretaria Municipal de Saúde informa que o Centro de Controle de Zoonozes enviará uma equipe ao local para verificar o problema e orientar a moradora sobre as ações que devem ser adotadas. É importante que, em casos como este, o problema seja informado ao CCZ pelo telefone 4792-8585 ou Ouvidoria nos telefones 156 e 162 (Ouvidoria da Saúde).
Já a Secretaria Municipal de Segurança informa que o Departamento de Fiscalização de Posturas faz o acompanhamento das condições de conservação de imóveis em toda a cidade, inclusive na região da Vila Suíssa.
Uma equipe será enviada ao local para fazer nova vistoria e, detectada irregularidade de manutenção, os proprietários serão notificados a fazer a limpeza, com prazo de 30 dias, de acordo com a legislação municipal.
Reclamações sobre conservação de terrenos podem ser feitas também pela Ouvidoria, no telefone 156 e canais eletrônicos.