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Prefeito Caio Cunha discute instalação de pedágio na segunda-feira

O prefeito Caio Cunha (PODE) irá se encontrar com representantes do Movimento Pedágio Não, na segunda-feira, às 10 horas. O encontro deverá apresentar os próximos passos da iniciativa que busca informações sobre a exata localização do pedágio planejado pela Agência de Transportes do Estado de São Paulo, a Artesp, em Mogi das Cruzes. Na ediçaõ […]

Por O Diário
30/04/2021 17h39, Atualizado há 63 meses

O prefeito Caio Cunha (PODE) irá se encontrar com representantes do Movimento Pedágio Não, na segunda-feira, às 10 horas. O encontro deverá apresentar os próximos passos da iniciativa que busca informações sobre a exata localização do pedágio planejado pela Agência de Transportes do Estado de São Paulo, a Artesp, em Mogi das Cruzes.

Na ediçaõ deste sábado (1°), O Diário ouviu representantes de variados segmentos para apontar 10 principais argumentos para não ter cobrança de pedágio em Mogi.

O Movimento Pedágio Não nasceu há dois anos quando moradores começaram a tomar conhecimento dos planos da Artesp de instalar um pedágio no quilômetro 45 da rodovia Mogi-Dutra, no projeto de concessão das rodovias litorâneas.

A ideia é definir uma estratégia de atuação, e divulgar o poscionamento do movimento contra a ideia, também rechaçada pelo prefeito, que já aifirmou que não autorizará obras na Mogi-Dtrua, como compensação pela manutenção da cobrança na cidade (confira aqui).

Outra reunião aguardada para discutir o assunto está sendo agendada pelo deputado estadual Marcos Damásio (PL) com o governador João Doria (PSDB).

Paulo Boccuzzi, um dos integrantes do Movimento Pedágio Não, tem arregimentado os argumentos contrários à medida que irá impactar a economia e o desenvolvimento futuro de setores como o comércio, industria e agricultura.

Ele, no entanto, iniciou o movimento que repercutiu muito mal junto aos moradores dos bairros da região limite entre Mogi das Cruzes com Suzano e Itaquacetuba, e também no interior de Serra do Itapeti.

Milhares de pessoas que residem nesta área terá de pagar o pedágio – sem desconto – para transitar entre os bairros e o Centro, para compromissos diários como trabalho, estudo, ou compras e entretenimento.

Outro senão é o encarecimento do custo do vida de toda a cidade e região. O movimento defende que o pedágio irá favorecer é a arrecadação dos recursos financeiros que vão tornar a concessão interessante financeiramente. Em resumo, o que Mogi tenta impedir é que os mogianos paguem pela passagem na praça de cobrança sem que estejam se dirigindo às praias do litoral.

 

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