Prefeitura de Mogi volta atrás e mantém uso de máscara em espaços culturais e esportivos
A Prefeitura de Mogi das Cruzes voltou atrás na decisão de tornar facultativo o uso de máscaras faciais em ambientes públicos fechados nas áreas de cultura e educação. No site da administração municipal está publicado o decreto 20.766, de 9 de outubro de 2022, que determina a suspensão da obrigatoriedade do equipamento de segurança apenas […]
10/03/2022 15h59, Atualizado há 53 meses
A Prefeitura de Mogi das Cruzes voltou atrás na decisão de tornar facultativo o uso de máscaras faciais em ambientes públicos fechados nas áreas de cultura e educação.
No site da administração municipal está publicado o decreto 20.766, de 9 de outubro de 2022, que determina a suspensão da obrigatoriedade do equipamento de segurança apenas em áreas abertas. O decreto foi publicado nesta quinta-feira (10) e passa a valer, portanto, a partir de hoje.
Confira o decreto assinato pelo prefeito Caio Cunha.
Em nota, a gestão municipal esclarece que “por conta do grande sucesso e altos índices de vacinação em Mogi, a Prefeitura chegou a estudar o uso facultativo de máscaras em ambientes públicos fechados da Cultura e do Esporte. Todavia, mesmo com o êxito na vacinação, e após reavaliações com técnicos da saúde e da vigilância sanitária, infelizmente a dispensa da máscara nesses espaços não se mostrou viável”.
Desde a quarta-feira (9), o Governo do Estado decidiu não mais exigir o uso da máscara em áreas abertas, como ruas. A medida ja está valendo.
Mogi das Cruzes seguirá integralmente as orientações do Plano SP, do Governo do Estado – e não avançar com a flexibilização.
A medida atende a orientações recebidas pelos responsáveis pelo setor de saúde.
Nas próximas semanas, no entanto, uma nova decisão do Governo de SP, poderá determinar o fim das máscaras em ambientes fechados.
Para isso serão observados os indicadores de internação e de mortes da doença provocada pelo coronavírus. Por hora, Mogi segue a cartilha do Estado.
A pandemia da Covid -19 começou em 2020, e as primeiras medidas de restrição para conter o avanço do vírus foram tomadas, no Brasil, a partir de março – portanto há dois anos.
(matéria atualizada às 17h55)