Seis quilômetros de novas vias prometem desafogar o trânsito em César de Souza
*Essa matéria faz parte de uma série de reportagens especiais sobre o ‘Viva Mogi!’ (veja links abaixo) “Um novo redesenho da cidade de Mogi das Cruzes, com modernização do desenvolvimento urbano e de novas relações da cidade”. É ambiciosa a definição dada pelo secretário municipal de Planejamento e Urbanismo, Claudio de Faria Rodrigues, mas é […]
28/08/2021 08h01, Atualizado há 60 meses
*Essa matéria faz parte de uma série de reportagens especiais sobre o ‘Viva Mogi!’ (veja links abaixo)
“Um novo redesenho da cidade de Mogi das Cruzes, com modernização do desenvolvimento urbano e de novas relações da cidade”. É ambiciosa a definição dada pelo secretário municipal de Planejamento e Urbanismo, Claudio de Faria Rodrigues, mas é o que o programa ‘Viva Mogi!’, sob seu braço de mobilidade, promete.
Chamada de “Avenida Parque”, uma nova via deve conectar a avenida Yoshiteru Onishi com a Francisco Rodrigues Filho e também com a João XXIII. Em outro trecho, ligar a mesma avenida Francisco Rodrigues Filho com a Vereador Dante Jordão Stoppa, criando uma nova rota de entrada e saída de César de Souza. O projeto também prevê, entre outros benefícios, uma rota mais rápida para acessar a rua Catarina Carrera Marcatto.
Com isso, o trânsito de entrada e saída no distrito, hoje limitado a duas avenidas, será desafogado. Mas “não é só a questão dos deslocamentos. Essa região está se desenvolvendo de maneira verdadeira”, comenta Claudio, que mostra uma novidade do projeto: um estudo para a implantação de um novo “bairro sustentável” na região do “Corredor Nordeste”. Esta etapa determinará as diretrizes para o tal “desenvolvimento urbano sustentável”.
O objetivo das “intervenções urbanas” que acompanham as novas vias é criar uma “cidade de 15 minutos”, com lazer, mobilidade, transporte público, serviços e comércios perto da residência dos mogianos, reduzindo a necessidade de deslocamento entre bairros.
No Plano Diretor de Mogi das Cruzes consta que as mudanças previstas pelo programa ‘Viva Mogi!’ (que na época da construção do documento ainda se chamava ‘Mogi + Ecotietê’) são necessárias para a “aplicação de programas de desenvolvimento econômico”, para resolver a “existência de relevantes concentrações de imóveis não utilizados ou subutilizados”; para facilitar a “expansão, remodelagem e reestruturação urbana” e valorizar “conjuntos arquitetônicos e urbanísticos com valor histórico e cultural”.
Para que possa ser cumprido o que reza este texto sobre a mobilidade na “área do eixo de crescimento próximo ao Rio Tietê”, três empresas hoje concorrem na licitação de estudos de engenharia, que representam o valor inicial de R$ 4.038.252,36.
Ao modificar o cenário e o trânsito, Mogi das Cruzes finalmente pode subir um degrau na escada que leva à uma estação de trem em César de Souza. “Estas obras de mobilidade vão permitir deslocamento da parte sul e norte da cidade em dois pontos, sendo um central e outro em César de Souza, o que possibilita que o trem chegue até César de Souza”.
É claro que isso depende da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), mas o ‘Viva Mogi!’ mostra que o município está fazendo a lição de casa para resolver “problemas” que cresceram junto da cidade, e que exigem “alternativas de novas possibilidades de deslocamento”.
Mobilidade Urbana
O principal item do ‘Viva Mogi! Mobilidade’ é a criação da ‘Avenida Parque Corredor Ambiental Ecológico Sustentável (CAES), inclusa na relação de seis quilômetros de novas avenidas.
Principais ganhos:
– Desafogar o trânsito nas avenidas João XXIII e Ricieri José Marcatto;
– Intervenção urbana no distrito de César de Souza, criando um “bairro sustentável”;
– Priorizar o transporte coletivo e a mobilidade ativa;
– Comércio perto da residência;
– Valor histórico e cultural.
Valor das obras: R$ 182.326.872,00
Quer ficar por dentro de todos os detalhes do ‘Viva Mogi!’? É só clicar em nossas reportagens especiais, que abordam cada um dos segmentos do programa:
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