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Mais de 83% dos casos de dengue estão em 4 cidades da região

No total, o Alto Tietê conta com 6.353 munícipes atingidos pela enfermidade; Suzano é a cidade com o maior número de infectados (2.135)

27 de março de 2024

Seis das dez cidades do Alto Tietê, já entraram em epidemia, situação que ocorre quando a incidência de contágio é superior a 300 casos para cada cem mil habitantes | Freepik.

Reportagem de: Fabio Pereira

Os municípios de Mogi das Cruzes, Suzano, Itaquaquecetuba e Ferraz de Vasconcelos somam, atualmente, o total de 5.321 casos positivos confirmados com dengue. Os números, que correspondem a 83,76% dos infectados pela doença no Alto Tietê, foram divulgados nesta quarta-feira (27/03). Todos os dados, bem como a especificação de cada município, podem ser conferidos por meio da Secretaria de Estado da Saúde no site.

No total, o Alto Tietê conta com 6.353 munícipes atingidos pela enfermidade. Atualmente, Suzano é a cidade do bloco regional que registrou o maior número de infectados (2.135). Mogi das Cruzes postula como a segunda colocada no ranking sendo que, até o momento, o município possui 1.710 casos positivos. Logo em seguida, na terceira colocação, está Itaquaquecetuba com 892. Por fim, fechando as quatro primeiras colocações, está Ferraz de Vasconcelos com 584 cidadãos infectados. 

Epidemia 

Vale destacar que, seis das dez cidades do Alto Tietê, já entraram em epidemia, situação que ocorre quando a incidência de contágio é superior a 300 casos para cada cem mil habitantes. Dentre elas estão, Suzano, Mogi das Cruzes, Ferraz de Vasconcelos, Guararema, Biritiba Mirim e Santa Isabel. 

Além disso, há 9.423 pessoas em estado de investigação e outras 15.776 com probabilidade de contágio. Também há nove óbitos sendo investigados. Até o momento, três mortes por dengue foram confirmadas na região em 2024, sendo duas em Suzano e uma em Mogi das Cruzes

Até a manhã desta quarta-feira (27/03) o Estado de São Paulo registrou 139 óbitos por conta da dengue. Somente nesta data foram confirmadas 24 mortes, um aumento superior a 50% em relação à última semana, e a maior alta diária desde o início da epidemia. 

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