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Setor industrial do Alto Tietê fatura US$ 361 mi em exportações em quatro meses

Levantamento do CIESP mostra que aparelhos e instrumentos mecânicos são as mercadorias mais vendidas pela região

25 de maio de 2024

Faturamento é 7,5% maior que o do mesmo período em 2023 | Divulgação/José Paulo Lacerda/CNI

Reportagem de: O Diário

Ao longo dos quatro primeiros meses de 2024, o setor industrial do Alto Tietê faturou US$ 361- valor equivalente a cerca de R$ 1,8 bilhão – em exportações. As informações são do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (CIESP) Alto Tietê.

Ao todo, o volume é maior que os US$ 336,5 milhões gerados no mesmo período de 2023. Esse desempenho coloca o Alto Tietê como a 21ª regional mais produtiva entre as 39 diretorias do Estado. As informações contabilizadas pelo Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Derex) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), baseadas em dados das regionais do CIESP, dão conta que o volume de importações da região apresentou um recuo de 24,5%, saindo de US$ 593,8 milhões para US$ 448,2 milhões.

O Alto Tietê possui cerca de duas mil indústrias de transformação dos mais diversos segmentos e portes, incluindo pequenos negócios até grandes multinacionais. Um dos principais destaques da região é justamente a diversificação produtiva, que propicia o intercâmbio entre as empresas e facilita a logística regional.

Entre janeiro e abril, as mercadorias mais vendidas pela região foram máquinas, aparelhos e instrumentos mecânicos com 26,6% dos negócios, seguido por papel e cartão com 19,9% e máquinas, aparelhos e materiais elétricos com 7%. No intervalo, os principais parceiros comerciais do Alto Tietê foram os Estados Unidos (29,1%), a Argentina (12,8%) e o Paraguai (5,8%).

Por outro lado, os produtos que registraram o maior volume de compra foram as máquinas, aparelhos e instrumentos mecânicos (22,7%), produtos farmacêuticos (15,4%) e veículos automóveis, tratores (10,2%). No primeiro quadrimestre, as importações tiveram origem, principalmente, na China (17%), no Japão (14,8%) e nos Estados Unidos (11,6%).

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