Diário Logo

Encontre o que você procura!

Digite o que procura e explore entre todas nossas notícias.

Saiba como é produzido o ‘Afogado’ da Festa do Divino de Mogi das Cruzes

Desde as primeiras horas do dia, enormes panelas são preenchidas com carne bovina cuidadosamente temperada com alho, cebola, cheiro-verde e outros ingredientes

Por O Diário
04/06/2025 17h08, Atualizado há 7 meses

Produzido pela Associação Pró-Festa do Divino Espírito Santo, o “Afogado” é um dos símbolos mais marcantes da Festa do Divino Espírito Santo de Mogi das Cruzes, realizada anualmente na cidade do Alto Tietê, em São Paulo. Mais do que um prato típico, ele representa a união, a solidariedade e a devoção dos mogianos.

Sua preparação envolve uma verdadeira força-tarefa de voluntários. Desde as primeiras horas do dia, enormes panelas são preenchidas com carne bovina cuidadosamente temperada com alho, cebola, cheiro-verde e outros ingredientes secretos passados de geração em geração. 

A carne é cozida lentamente, mergulhada em um caldo robusto, até atingir a textura ideal: macia e saborosa. (Saiba como ele é preparado abaixo:)

@odiariodemogi

A GRANDE PRODUÇÃO DO “AFOGADO” NA FESTA DO DIVINO 🎉 Produzido pela Associação Pró-Festa do Divino Espírito Santo, o “Afogado” é um dos símbolos mais marcantes da Festa do Divino Espírito Santo de Mogi das Cruzes, realizada anualmente na cidade do Alto Tietê, em São Paulo. 🕊 Mais do que um prato típico, ele representa a união, a solidariedade e a devoção dos mogianos. 👥 #odiario #odiariodemogi #MogidasCruzes #Afogado #comida #comidatípica #fé #festa #divinoespíritosanto #Mogi #FestadoDivino #AltoTietê

♬ som original – odiariodemogi

O nome “Afogado” vem justamente do modo como a carne é servida, sempre mergulhada nesse caldo quente e aromático. O prato é distribuído gratuitamente – no dia da Entrada dos Palmitos – 
ou a preços simbólicos, geralmente em copos ou tigelas, para milhares de visitantes que passam pela festa ao longo dos dias de celebração.

“Tradicionalmente falando, é o prato que a cidade servia para quem vinha da zona rural, normalmente trazendo palmito, daí o nome do evento: ‘A Entrada dos Palmitos’, alimento abundante na Serra do Itapeti, situada na Mata Atlântica”, comenta Marcelo Braz, presidente da associação. 

“O pessoal trazia o palmito da roça e, posteriormente, era recepcionado com o afogado, prato com caldo de carne, batata e bastante sustância. Antigamente, nas raízes, a Festa de Pentecostes ocorria apenas aos finais de semana”, finaliza Marcelo.

LEIA TAMBÉM

Mais noticias

Ortopedista do Imot fala sobre Polilaminina, medicamento brasileiro que pode abrir caminhos no tratamento de lesões na medula espinhal

O que comer no lanche da tarde? 7 receitas rápidas e saudáveis

De volta à rotina de treinos: 5 dicas para manter a constância no início do ano

Veja Também