Diário Logo

Encontre o que você procura!

Digite o que procura e explore entre todas nossas notícias.

O que muda na mobilidade com a idade? Veja como cuidar do corpo dos 30 aos 70 anos

Chegar à velhice com autonomia para cuidar de si e manter as atividades da rotina é um desejo comum, mas essa realidade não acontece da mesma forma para todas as pessoas. O envelhecimento provoca mudanças naturais no organismo, com a redução da mobilidade, que pode afetar a capacidade funcional ao longo do tempo. Ainda assim, […]

Por Edicase Conteúdo
01/09/2026 20h02, Atualizado há 12 dias

Chegar à velhice com autonomia para cuidar de si e manter as atividades da rotina é um desejo comum, mas essa realidade não acontece da mesma forma para todas as pessoas. O envelhecimento provoca mudanças naturais no organismo, com a redução da mobilidade, que pode afetar a capacidade funcional ao longo do tempo. Ainda assim, a idade cronológica não é o único elemento que determina como o corpo responderá a essa transformação.

De acordo com o ortopedista Dr. Emerson Garms, do Hospital Santa Catarina – Paulista, o envelhecimento pode estar associado à redução da mobilidade, mas o estilo de vida exerce papel decisivo nesse processo. “O envelhecimento pode levar a uma perda de mobilidade, mas geralmente isso está diretamente relacionado aos hábitos de vida diária”, afirma.

O que fazer para manter a mobilidade?

A recomendação é que os cuidados com a mobilidade comecem cedo e sejam mantidos em todas as fases da vida. Independentemente da idade, a combinação entre exercícios físicos regulares e alongamentos ajuda a preservar a capacidade funcional do corpo. 

Aos 30 anos, o objetivo é construir reservas musculares e articulares para o futuro. Aos 50, manter a força e prevenir perdas naturais do envelhecimento. Já aos 70 anos e além, a atividade física torna-se uma importante aliada para preservar a independência e reduzir o risco de quedas.

As quedas, aliás, representam uma das maiores ameaças à saúde da população idosa. Além das fraturas, elas podem desencadear longos períodos de recuperação, perda de massa muscular, redução da mobilidade e até impactos na saúde emocional e social. Em muitos casos, uma única queda pode marcar o início de um ciclo de perda de autonomia.

Casal de idosos sorridentes ao ar livre fazendo exercício de afundo (alongamento de pernas) em um parque durante o outono, cercados por árvores com folhas amareladas.
A prática regular de exercícios, alimentação equilibrada e sono de qualidade são alguns cuidados que formam a base para um envelhecimento saudável (Imagem: Evgeny Atamanenko | Shutterstock)

Hábitos ao longo da vida fazem diferença

Para o Dr. Emerson Garms, o que diferencia as pessoas que envelhecem com independência daquelas que perdem autonomia mais cedo é a soma de escolhas feitas ao longo da vida. A prática regular de atividade física, alimentação equilibrada, controle do peso corporal e sono de qualidade são fatores que ajudam a preservar músculos, articulações e equilíbrio, reduzindo o risco de limitações futuras e formando a base para um envelhecimento saudável.

Se fosse preciso resumir em uma única recomendação, ela seria simples: manter o corpo em movimento. “As caminhadas e a prática da musculação são ótimas opções. Se puder fazer o que mais gosta, melhor ainda, respeitando sempre os próprios limites”, conclui o ortopedista do Hospital Santa Catarina – Paulista.

Por Nadja Cortes

Tags
Mais noticias

Uso excessivo do celular pode aumentar risco de dores no pescoço e nas costas, alerta ortopedista

Itaquá Futsal recebe São Paulo em rodada decisiva pela Série A2 do Paulista neste domingo (13)

Programa Conduz, em Mogi das Cruzes, abre inscrições para cursos gratuitos de capacitação e geração de renda

Veja Também