Ambientalista faz alerta para que comunidade também seja ouvida
Na opinião do presidente do Instituto Cultural e Ambiental do Alto Tietê (Icati), ambientalista José Arraes, “todo o qualquer benefício para o rio será sempre bem-vindo”, mas ele ressalta que o assunto “haverá que ser sempre democrático, pois o Tietê não obedece divisões geográficas no seu curso. Em cada município existe uma realidade”. Arraes defende […]
01/04/2023 10h24, Atualizado há 40 meses
Na opinião do presidente do Instituto Cultural e Ambiental do Alto Tietê (Icati), ambientalista José Arraes, “todo o qualquer benefício para o rio será sempre bem-vindo”, mas ele ressalta que o assunto “haverá que ser sempre democrático, pois o Tietê não obedece divisões geográficas no seu curso. Em cada município existe uma realidade”.
Arraes defende que o projeto seja motivo de uma ampla discussão em nível municipal, incluindo o Comitê da Bacia do Alto Tietê, conselho gestor da APA da Várzea do Tietê, conselhos municipais do Meio Ambiente e de representantes da sociedade civil organizada e interessada na questão. Ele, inclusive, questiona se a sociedade civil irá integrar o Fórum IntegraTietê.
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Na opinião de Arraes, o Condemat deveria convocar os responsáveis pelo projeto “para alinhavar os problemas de cada município, como invasões, loteamentos, aterros, mata ciliar, esgotamento sanitário, desassoreamento, aprofundamento da calha, vazão, captação, outorga, pontes, parques, etc, que todos eles têm”.
O ambientalista teme que, a exemplo de outras ações de governo, a população não seja chamada a opinar. “Todos são mini ditadores que fazem e acham que temos sempre que engolir”, adverte ele.