Cabeleireiro é preso em flagrante por suspeita de bater na mulher e quebrar os móveis da casa
Um cabeleireiro de 26 anos foi preso em flagrante na madrugada desta terça-feira (1) por suspeita de agredir a companheira, danificar os móveis da casa e ainda ameaçar matá-la caso ela comunicasse a situação à polícia. A vítima é uma manicure de 30 anos. A equipe foi acionada para atender a ocorrência de violência doméstica. […]
01/12/2020 09h26, Atualizado há 68 meses
Um cabeleireiro de 26 anos foi preso em flagrante na madrugada desta terça-feira (1) por suspeita de agredir a companheira, danificar os móveis da casa e ainda ameaçar matá-la caso ela comunicasse a situação à polícia. A vítima é uma manicure de 30 anos.
A equipe foi acionada para atender a ocorrência de violência doméstica. Na casa do casal, no distrito de Jundiapeba em Mogi das Cruzes, a vítima contou que procurou a Delegacia de Defesa da Mulher para registrar um boletim sobre as agressões sofridas pelo marido durante a tarde desta segunda-feira. Entretanto, quando chegou em casa o companheiro havia destruído guarda-roupas, armário, televisão e ainda colocado fogo no sofá novo.
O cabeleiro estava dentro de casa e, segundo a polícia, foi constatado que os móveis realmente estavam danificados. O homem foi preso e encaminhado à Central de Flagrantes.
Na delegacia, a mulher contou que está com o suspeito há mais de 10 anos, dos quais há três anos estão casados. Ela disse ainda que o denunciou devido ameaças, agressões e ofensas verbais decidiu denunciá-lo.
A polícia verificou que havia, ao menos, três boletins de ocorrência dela contra o suspeito. A manicure disse que o perdoou depois de todas essas situações,
A última briga do casal ocorreu porque ele a proibiu de voltar para casa e disse que, caso ela acionasse a polícia e ele fosse preso, a mataria quando deixasse a cadeia.
O cabeleireiro disse não ter advogado, se recusou a informar a prisão a algum familiar e foi preso em flagrante pelos crimes de ameça, violência doméstica, incêndio e dano qualificado.
A mulher solicitou a medida protetiva e ainda representou criminalmente contra o companheiro.