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Casos suspeitos de febre maculosa em Santa Isabel têm resultados negativos

A Prefeitura de Santa Isabel, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, divulgou nesta quinta-feira (13) os resultados dos exames de febre maculosa realizados pelo Instituto Adolf Lutz, afirmando que não há registro da doença no município. A análise das amostras de sangue dos quatro pacientes suspeitos, que estiveram em um evento onde ocorreu um […]

13 de julho de 2023

Reportagem de: O Diário

A Prefeitura de Santa Isabel, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, divulgou nesta quinta-feira (13) os resultados dos exames de febre maculosa realizados pelo Instituto Adolf Lutz, afirmando que não há registro da doença no município. A análise das amostras de sangue dos quatro pacientes suspeitos, que estiveram em um evento onde ocorreu um surto da doença em uma fazenda, em Campinas, revelou resultados negativos para febre maculosa em todos os casos.

Os pacientes testados foram uma mulher de 45 anos, um homem de 21 anos, uma mulher de 32 anos e um homem de 30 anos. Não houve outros registros suspeitos da doença na cidade após estas ocorrências. 

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Enquanto Santa Isabel recebeu resultados negativos para febre maculosa, a cidade vizinha de Guararema segue investigando dois casos suspeitos. 

Dados fornecidos pela Secretaria Estadual de Saúde a O Diário revelam que, entre 2020 e 2023, ocorreram dois óbitos relacionados à febre maculosa na região do Alto Tietê. Um dos casos ocorreu em Santa Isabel, enquanto o outro foi registrado em Guararema.

Há um conflito de informações em Mogi das Cruzes, onde a Prefeitura afirma que o último caso confirmado da doença ocorreu em 2009, enquanto a Secretaria Estadual de Saúde reportou um registro positivo em 2020 na mesma cidade.

A atenção voltada para a febre maculosa tem proporcionado uma oportunidade para conhecer o programa de prevenção a arboviroses da Prefeitura de Mogi das Cruzes, bem como os resultados de uma pesquisa que destaca a importância da preservação de fragmentos de vegetação próximos à Mata Atlântica para o controle de doenças transmitidas por insetos e aracnídeos, como é o caso do carrapato (confira reportagem especial).

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