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Advogado questiona alcance de câmera de monitoramento na Cardoso Siqueira

O advogado Luiz Duarte Santana, que atua há 27 anos em Mogi das Cruzes, questiona o alcance da câmera de segurança instalada em frente ao seu escritório, na rua Coronel Souza Franco, esquina com dom Antônio Cândido de Alvarenga, nas proximidades da escola estadual Dr. Washington Luís. Ele solicitou à Central de Montoramento da Prefeitura Municipal […]

Por O Diário
31/05/2023 15h07, Atualizado há 38 meses

O advogado Luiz Duarte Santana, que atua há 27 anos em Mogi das Cruzes, questiona o alcance da câmera de segurança instalada em frente ao seu escritório, na rua Coronel Souza Franco, esquina com dom Antônio Cândido de Alvarenga, nas proximidades da escola estadual Dr. Washington Luís.

Ele solicitou à Central de Montoramento da Prefeitura Municipal a filmagem do dia em que seu estabelecimento foi alvo de furto de fios, mas após pagar uma taxa, recebeu a informação que não há imagens que flagrem o momento do crime, que segundo Santana conta, aconteceu pela segunda vez no mesmo local.

“Primeiramente, entrei em contato e me orientaram a pagar a taxa para solicitar a filmagem, confirmando a existência das imagens. Até me descreveram, no momento da ligação, usando uma camisa branca, em frente ao escritório. Então, realmente, a câmera estava funcionando. Fiz o pedido, paguei a taxa e recebi resposta de que não havia imagens. Fiquei indignado e considero isso um péssimo serviço, afinal, as câmeras existem, mas não funcionam como deveriam”, explica o advogado a O Diário.

Ele postou o relato em suas redes sociais, que rendeu vários comentários de pessoas também questionando a operação dos equipamentos de monitoramento instalados na cidade. “Aqui mesmo, na mesma rua Coronel Cardoso Siqueira, há comerciantes que já foram furtados, assim como na região central, onde isso está acontecendo sempre. Mas o problema é que quando a gente precisa, as imagens não existem. De que adianta ter a câmera se não há a filmagem?”, questiona, contando que há algum tempo, também teve seu veículo furtado de frente à sua casa, na rua São João, mas a câmera de segurança existente no local também não estava em funcionamento.

Procurada pela reportagem, a Secretaria Municipal de Segurança informou que não há cobrança para acesso às imagens das câmeras de monitoramento da Prefeitura, no entanto, explicou que o contribuinte fez o pagamento da taxa de expediente para protocolo, no valor de R$ 19,67, cobrada para todos os protocolos registrados junto à administração municipal. “Como resposta, foi informado ao requerente que a câmera em questão estava em funcionamento, mas, no momento da ocorrência, estava voltada para outro ângulo, não registrando o flagrante do crime contra o imóvel”, trouxe a nota encaminhada a O Diário nesta quarta-feira (31).

 

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