Caravanas de Mogi vão participar de atos de apoio e contra Bolsonaro
Os atos de apoio e contra o presidente Jair Bolsonaro terão a participação de caravanas de mogianos neste dia 7 de Setembro, em São Paulo. De ônibus, trens e carros próprios, representantes do movimento Conservadores de Mogi das Cruzes se reunião a partir das 8h30 em frente à Estação Ferroviária de Mogi e do Centro […]
06/09/2021 18h05, Atualizado há 59 meses
Os atos de apoio e contra o presidente Jair Bolsonaro terão a participação de caravanas de mogianos neste dia 7 de Setembro, em São Paulo.
De ônibus, trens e carros próprios, representantes do movimento Conservadores de Mogi das Cruzes se reunião a partir das 8h30 em frente à Estação Ferroviária de Mogi e do Centro Cívico, no Shangai, um pouco mais tarde, às 10 horas, para se dirigirem a São Paulo, segundo informa Sylvio Marques, um dos organizadores.
Ele prevê que de quatro a 10 ônibus, além de vans, vão deixar as proximidades do Corpo de Bombeiros, no Shangai, para levar os mogianos ao ato público.
Segundo Marques, é difícil estimar quantas pessoas de Mogi das Cruzes irão participar porque há grupos em redes sociais organizando a participação do ato em apoio a Bolsonaro. Ele conta ter vendido 50 camisetas com a fotografia do presidente e os dizeres “Deus, Pátria, Família e Liberdades” a bolsonaristas, além das que trazem o nome do Conservadores de Mogi das Cruzes, grupo fundado por ele.
Já no trem das 9 horas, o ponto de encontro acontecerá os últimos dois vagões. “Somos pacíficos, mas desde que ninguém venha mexer com a gente. Como na época do impeachment (da ex-presidente Dilma Rousseff), não pregamos violência, quem é do quebra-quebra é o pessoal da esquerda”, afirma.
Mogianos, segundo Sylvio, também deverão engrossar, em Brasília, as ações contra o Supremo Tribunal Federal (STF) prometidas para os próximos dias.
Fora Bolsonaro
Do outro lado, lideranças de organizações sociais também vão realizar um protesto, a partir das 10 horas, no Largo do Rosário, após a missa que marca mais uma edição do Grito dos Excluídos, realizado há 27 anos, em favor da população excluída sociualmente.
A missa é uma programação da Igreja Católica, que acontece desde a década de 1990, no feriado de 7 de setembro (veja reportagem)
Um manifesto do Grito dos Excluídos e das Excluídas do Alto Tietê reforça a oposição ao governo Bolsonaro e foi divulgada na semana passada.
Segundo Waldemar de Sá Azevedo, após o protesto, no Largo do Rosário, manifestantes deverão seguir para São Paulo, onde, no Vale do Anhangabaú, está previsto o evento Fora Bolsonaro,
O Diário publicou reportagem e o manifesto regional a respeito do Grito dos Excluídos e Excluídas (confira),