Cempre Lourdes Ianuzzi suspende aulas presenciais após caso de Covid
Mais uma unidade de ensino de Mogi das Cruzes teve as aulas presenciais suspensas após confirmações de Covid-19. Desta vez, o Centro Municpal de Programas Educacionais (Cempre) Professora Lourdes Lopes Romeiro Iannuzzi, no distrito de Jundiapeba, precisou adotar a medida após uma auxiliar de desenvolvimento educacional (ADE) ter testado positivo para a doença nesta segunda-feira […]
05/10/2021 18h24, Atualizado há 59 meses
Mais uma unidade de ensino de Mogi das Cruzes teve as aulas presenciais suspensas após confirmações de Covid-19.
Desta vez, o Centro Municpal de Programas Educacionais (Cempre) Professora Lourdes Lopes Romeiro Iannuzzi, no distrito de Jundiapeba, precisou adotar a medida após uma auxiliar de desenvolvimento educacional (ADE) ter testado positivo para a doença nesta segunda-feira (4).
“Seguindo o protocolo sanitário, as outras profissionais que atuam na cozinha com a ADE são contactantes e, assim, precisam ficar afastadas da escola pelo período de 14 dias. Essa medida levou ao fechamento da cozinha e, consequentemente, da escola”, trouxe nota enviada na tarde desta terça-feira (5) pela Coordenadoria de Comunicação da Prefeitura de Mogi das Cruzes.
Ainda de acordo com a administração municipal, a Secretaria de Educação está se organizando para que uma outra equipe assuma a cozinha, com o objetivo de viabilizar a retomada das aulas presenciais. Enquanto isso, todos os alunos permanecem sendo atendidos de forma remota.
Na semana passada, entre quarta (29) e quinta-feira (30), três alunos de uma mesma turma da escola testaram positivo para a Covid-19. Novamente, seguindo o protocolo, a turma foi colocada em quarentena, permanecendo em atividade remota.
No entanto, a Pasta explica que esses três casos não têm relação direta com o fechamento do Cempre Profª Lourdes Lopes Romeiro Iannuzzi nesta terça-feira (5).
A Secretaria de Educação informa que não há, no momento, outras unidades com aulas presenciais suspensas para todos os alunos.
“É importante assinalar que, quando há casos isolados diagnosticados, como forma de prevenção, o atendimento passa a ser remoto apenas na turma na qual o aluno ou o professor que tenha contraído o Covid-19 atua, conforme o protocolo sanitário (daí a importância dos grupos de controle). Os casos positivos são sempre comunicados à Vigilância Epidemiológica, da Secretaria de Saúde, que orienta as unidades escolares sobre as medidas a serem adotadas. A Secretaria de Educação tem como premissas a preservação da vida, o direito à educação das crianças mogianas e o cumprimento rigoroso dos protocolos sanitários, que devem ser seguidos não apenas nas escolas, mas no dia a dia das famílias”, acrescenta a nota.
O protocolo sanitário, elaborado pelas secretarias municipais de Educação e Saúde, conta com mais de 100 itens e cada unidade escolar possui uma Brigada da Pandemia na Educação, que acompanha e assegura diariamente o cumprimento deste documento. O processo de retomada, segundo a Prefeitura, tem sido feito gradualmente de acordo com os índices epidemiológicos da cidade.
“É importante observar que alunos e profissionais das unidades escolares frequentam outros ambientes fora da escola que estão sujeitos à contaminação pelo vírus. Ressaltamos que os mesmos protocolos seguidos nas escolas devem fazer parte do dia a dia de todos”, conclui a nota.
Já a Escola Municipal Carlos Alberto Lopes, no Mogilar, que teve as aulas presenciais suspensas por 14 dias em duas salas após três alunos e uma auxiliar de classe testarem positivo para a Covid-19, já retomou as atividades nesta segunda-feira (4).
Outra unidade de ensino que precisou interromper as atividades presenciais para sanitização do prédio, a Escola Estadual Galdino Pinheiro Franco, no distrito de Braz Cubas, também voltou com a programação normal desde a semana passada.