Manipulação de foto não afeta verba a parques, diz deputado
O deputado federal Marco Bertaiolli (PSD) acredita que o episódio envolvendo a manipulação de uma fotografia tirada durante encontro entre ele, o prefeito Caio Cunha (PODE) e o ministro do Turismo, Gilson Machado Neto, em Brasília, não afetará a liberação de um repasse de R$ 1,8 milhão para a revitalização dos parques da Cidade e […]
06/05/2021 18h34, Atualizado há 63 meses
O deputado federal Marco Bertaiolli (PSD) acredita que o episódio envolvendo a manipulação de uma fotografia tirada durante encontro entre ele, o prefeito Caio Cunha (PODE) e o ministro do Turismo, Gilson Machado Neto, em Brasília, não afetará a liberação de um repasse de R$ 1,8 milhão para a revitalização dos parques da Cidade e Leon Feffer, em Mogi das Cruzes.
Ao comentar o episódio, ele destacou a importância de os gestores públicos terem na administração desuas redes sociais, pessoas qualificadas. Segundo ele, responsáveis pelas redes sociais do prefeito Caio Cunha, inadvertidamente, alteraram uma fotografia oficial, causando um embaraço com o governo federal.
Em duas imagens publicada em redes sociais do prefeito mogiano, o ministro recebeu uma máscara e a fotografia do presidente Jair Bolsonaro foi substituída por duas outras imagens, sendo uma delas, de um casebre.
O prefeito pediu desculpas pelo episódio, em sua rede social particular.
Após a repercussão do episódio, que ganhou as redes sociais entre a tarde e noite de quarta-feira, nesta quinta-feira (6), o deputado mogiano conversou com o secretário do Ministério do Turismo, e relatou os acontecimentos que causaram um “desconforto” e o desgaste pelo fato de a imagem do presidente Jair Bolsonaro ter sido eliminada de uma fotografia oficial.
“Expliquei que o fato não deve ser tomado como uma atitude de Mogi das Cruzes, mas por uma falha das equipes que assessoram o prefeito”, disse.
Sobre a liberação dos recursos para a revitalização dos parques, Bertaiolli acredita que não haverá retaliações. “A gestão federal não vai penalizar a cidade por uma ação de assessores do prefeito. Esse foi um ato de mau gosto e impróprio”.
A respeito da repercussão, o deputado e ex-prefeito resumiu da seguinte forma: “Foi algo lamentável e revela os cuidados que são necessários com a administração das redes sociais, em especial, pelos gestores públicos. É preciso entender que quem exerce um cargo público, não fala por si, mas fala por uma cidade. Neste caso, o prefeito está falando em nome de 500 mil mogianos”.