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Movimento contra pedágio apela para o vice-governador

O deputado Marcos Damásio (PL) solicitou uma audiência com o vice-governador, Rodrigo Garcia, para  novamente se posicionar contra os planos da Artesp (Agência de Transportes do Estado de São Paulo) de instalar um pedágio em Mogi das Cruzes no projeto de concessão de rodovias litorâneas. Essa concessão deverá ser lançado nos próximos meses, como este […]

Por O Diário
29/04/2021 17h46, Atualizado há 63 meses

O deputado Marcos Damásio (PL) solicitou uma audiência com o vice-governador, Rodrigo Garcia, para  novamente se posicionar contra os planos da Artesp (Agência de Transportes do Estado de São Paulo) de instalar um pedágio em Mogi das Cruzes no projeto de concessão de rodovias litorâneas. Essa concessão deverá ser lançado nos próximos meses, como este jornal divulgou há mais de uma semana (Leia aqui).
O pedido de uma reunião com Rodrigo Garcia abre a movimentação de lideranças políticas e comunitárias, lançada logo depois de o secretário de Desenvolvimento, Marco Vinholi, dizer que o edital para a concessão será lançado ainda neste semestre.
Há um consenso entre essas liberanças e o movimento popular Pedágio Não que a cobrança desta tarifa, em Mogi das Cruzes, não atende aos interesses da cidade, sobretudo porque a concessão é para o sistema rodoviário do litoral.
Mogiano, Marcos Damásio procura o vie-governador, mais uma vez, porque recebeu dele um compromisso de auxiliar Mogi das Cruzes nesta campanha. Ele afirmou que pretende conseguir, por escrito, uma declaração do Governo do Estado sobre a desistência do pedágio. 

Na cidade, o prefeito Caio Cunha (PODE) também já sinalizou que não irá permitir a instalação do pedágio.

Em fevereiro de 2020, Damásio e o representante do Movimento Pedágio Não, o empresário Paulo Boccuzzi, foram recebidos pelo vice-governador e demonstraram a discordância da cidade com a implantação do pedágio.

Em outras oportunidades, interlocutores do Governo do Estado disseram que os estudos ainda estavam em curso e poderiam ser modificados. Se falou, inclusive, em instalar o pedágio no trecho novo duplicado – o que não interessa à cidade porque essa obra já foi concluída e não representaria qualquer compensação aos mogianos diante da instalação de um pedágio que, se instalado, nunca mais deixará de operar.
Enquanto isso, vereadores também começam a se articular contra o projeto, que vai encarecer o custo de vida em Mogi.  Há uma articulação, ainda, feita por entidades e líderes regionais, como O Diário tem acomapnhado.

 

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