Pacientes em Mogi e Poá tomam doses diferentes da vacina contra a Covid-19
Quatro moradores do Alto Tietê tomaram doses diferentes durante a campanha de vacinação contra a Covid-19. Segundo as prefeituras de Mogi das Cruzes e Poá, os casos foram informados ao Ministério da Saúde. Mogi das Cruzes registrou três casos de pessoas – dois em março e um em abril – que receberam doses de marcas […]
06/05/2021 11h12, Atualizado há 63 meses
Quatro moradores do Alto Tietê tomaram doses diferentes durante a campanha de vacinação contra a Covid-19. Segundo as prefeituras de Mogi das Cruzes e Poá, os casos foram informados ao Ministério da Saúde.
Mogi das Cruzes registrou três casos de pessoas – dois em março e um em abril – que receberam doses de marcas diferentes da vacina contra a Covid-19. Os casos foram notificados ao Ministério da Saúde, que fez as orientações sobre os procedimentos que precisam ser adotados.
Ainda segundo a prefeitura, os pacientes estão sendo acompanhados pelas unidades referência dos bairros onde residem, com supervisão da Vigilância Epidemiológica, sem prejuízos para a saúde dos mesmos.
“A Secretaria de Saúde adota todos os protocolos e cuidados necessários, desde a capacitação dos profissionais até a orientação dos munícipes e a anotação no comprovante de vacinação em primeira dose, além da ampla divulgação dos agendamentos da segunda dose por meio de canais oficiais. Para receber a segunda dose, o munícipe deve apresentar o comprovante original da primeira dose”, garantiu a Secretaria de Saúde de Mogi.
O outro caso foi em Poá registrou um caso de uma pessoa que recebeu as doses de marcas diferentes contra a Covid-19, no dia 16/03, no Reino da Garotada. O paciente foi imunizado na D1 com AstraZeneca, e acabou indo ao posto de vacinação em data anterior à agendada para a sua D2.
A pasta explicou que o paciente foi orientado conforme instrução técnica do CVE (Centro de Vigilância Epidemiológica do Estado de São Paulo), da seguinte maneira: a dose de Coronavac aplicada erroneamente foi considerada nula e o paciente teve que retornar na data agendada para a segunda dose da Astrazeneca, que possui um aprazamento com intervalo maior.
Dessa forma, houve a imunização com segurança respeitando os 14 dias necessários para aplicação de imunobiológicos distintos.
“Vale ressaltar que a Vigilância em Saúde, responsável pela vacinação no município, segue os protocolos necessários para evitar que casos assim ocorram. As equipes realizam a conferência de caderneta de vacinação, fazem a verificação no sistema VaciVida, e os imunizantes ficam em pontos estratégicos distantes no posto de vacinação”, destacou a pasta.