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Presidente da Câmara de Mogi quer concluir programa de obras no prédio até final do ano

A Câmara de Mogi volta nesta terça-feira (1°) do recesso parlamentar, com alguns desafios e planos para o segundo semestre do ano. O presidente da Casa, Marcos Furlan (PODE), que já está no cargo há um ano e meio, disse que pretende manter a harmonia entre os vereadores, votar projetos importantes para a cidade, como […]

Por O Diário
01/08/2023 18h25, Atualizado há 35 meses

A Câmara de Mogi volta nesta terça-feira (1°) do recesso parlamentar, com alguns desafios e planos para o segundo semestre do ano. O presidente da Casa, Marcos Furlan (PODE), que já está no cargo há um ano e meio, disse que pretende manter a harmonia entre os vereadores, votar projetos importantes para a cidade, como as diretrizes e orçamento do município para 2024, e concluir as obras em andamento na sede do Legislativo até o final do seu mandato.

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Ele disse que até o fim do ano pretende instalar o sistema de energia solar na Casa, reforma os banheiros e o refeitório aos colaboradores, iniciar a acessibilidade, além de promover as adequações no prédio para receber o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB).

O desafio a partir de agora, segundo ele, é “manter a Câmara coesa num período pré-eleitoral que se aproxima e votar todos os projetos em prol da cidade.

Furlan alega que a expectativa dele para o novo período é seguir com as discussões, deliberações para votar todos os projetos que entrarem na Câmara.

Ele destaca como prioridades a Lei de Diretrizes Orçamentária (LOA), que ainda está sendo avaliada em audiências públicas realizadas pela Prefeitura, para precisa encaminhar a peça ao Legislativo até o final de agosto, para cumprir o prazo determinado por lei. 

Outra questão que deve movimentar a Casa nesse segundo semestre é a eleição para a escolha do seu sucessor. Ele preferiu não antecipar como pretende conduzir esse processo e não confirmou o lançamento de nomes de vereadores do seu grupo político – base de apoio do prefeito Caio Cunha – para disputar a vaga contra o candidato de um grupo que faz oposição à atual gestão, representados por partidos do PL, PSD, PT, PSOL, SD e alguns vereadores do PSDB.

“Estamos no meio do mandato, e no ultimo trimestre deveremos discutir a sucessão na Câmara”, relata Furlan

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