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UMC oferece ensino em regime domiciliar aos alunos do Litoral Norte

A Universidade de Mogi das Cruzes (UMC) informa que vai conceder regime domiciliar de ensino para alunos que residem em Bertioga e municípios atingidos pelas chuvas no Litoral Norte de São Paulo. Eles utilizam a estrada para vir diariamente estudar em Mogi e vai ser difícil fazer o trajeto com a estrada interditada. “A medida […]

Por O Diário
24/02/2023 17h02, Atualizado há 41 meses

A Universidade de Mogi das Cruzes (UMC) informa que vai conceder regime domiciliar de ensino para alunos que residem em Bertioga e municípios atingidos pelas chuvas no Litoral Norte de São Paulo. Eles utilizam a estrada para vir diariamente estudar em Mogi e vai ser difícil fazer o trajeto com a estrada interditada.

“A medida garante o ensino aos alunos de cursos de graduação presencial, que de forma obrigatória e exclusiva utilizam a rodovia Mogi-Bertioga para o deslocamento diário à UMC. A medida é válida enquanto houver a interrupção total da via pelas autoridades”, destaca a portaria.

A decisão da UMC que atende os alunos com regime de ensino domiciliar foi publicada em uma portaria nesta quinta-feira (23) e é válida para os alunos que comprovarem residência nas regiões afetadas pela interdição da rodovia Mogi-Bertioga

Para conseguir o benefício, os alunos deverão encaminhar uma solicitação para a UMC, no prazo de cinco dias úteis, a partir da publicação da portaria, anexando obrigatoriamente documentos que comprovem a residência e o trajeto de deslocamento para Mogi das Cruzes, pelo trecho atingido.

Para solicitar o regime domiciliar de ensino, o aluno deverá encaminhar um e-mail pra [email protected]. A portaria estará automaticamente encerrada no primeiro dia útil após a liberação da rodovia pelas autoridades responsáveis. Acesse o site: www.umc.br e confira o edital da portaria na íntegra.

Prazos

O governador do Estado, Tarcísio de Freitas (REP), disse em declarações à imprensa que esse prazo pode ser menor, mas não estabeleceu novas datas. Inicialmente, os técnicos do governo do Estado e do Departamento de Estradas de Rodagem (DER) estavam prevendo um prazo de dois meses para liberação precária das obras de reparo da pista que sofreu afundamento com as chuvas do último domingo (19), provocando o fechamento total do acesso entre as cidades de Mogi das Cruzes e Bertioga. A conclusão total dos serviços de reparos estão previstos para seis meses.

A situação é também complicada em vários trechos da Rio-Santos, especialmente em São Sebastião, onde mais de 40 pessoas morreram por causa de deslizamentos de terra, que também deixou dezenas de famílias desabrigadas.

De acordo com o DER, os estragos na pista foram causados por um rompimento de tubulação, na altura do km 82, em Biritiba Mirim. Também há interdição parcial nos km 90 e 91, devido à queda de barreira; e no Km 87, devido a uma erosão.

Para a reabertura, o DER explica que será necessária a construção de um muro de arrimo na altura do local onde houve o afundamento da pista, com objetivo de conter possíveis novos deslizamentos de aterro, podendo comprometer o sistema de drenagem da estrada.

 

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