Moradora de Mogi reclama de terreno com lixo; Espaço recebeu cachorro morto
Nesta terça-feira (22), Ana Paula Lorde denunciou à reportagem de O Diário o abandono de um cachorro morto em terreno ao lado da casa dela, que fica no número 36 da rua Ginis Bardazzi Neto, na Vila Rei, em Mogi das Cruzes. De acordo com o relato, o cão foi deixado por lá nesta segunda-feira […]
22/03/2022 12h03, Atualizado há 53 meses
Nesta terça-feira (22), Ana Paula Lorde denunciou à reportagem de O Diário o abandono de um cachorro morto em terreno ao lado da casa dela, que fica no número 36 da rua Ginis Bardazzi Neto, na Vila Rei, em Mogi das Cruzes. De acordo com o relato, o cão foi deixado por lá nesta segunda-feira (21). Entretanto, a sujeira do terreno – que é da Prefeitura – não é tão recente. A moradora reclama do problema desde dezembro. Após o contato da reportagem, uma equipe da Administração esteve no local para retirar o animal, mas a sujeira continua.
A reportagem havia questionado a Prefeitura, que em nota informou que “A Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e o Centro de Controle de Zoonoses foram acionados para verificar a situação do terreno e adotar as providências necessárias”. Diz ainda que “a questão envolvendo animais é de competência do CCZ”.
Em Jundiapeba, foi registrado um caso semelhante, com um cachorro morto abandonado na calçada.
“Desde então eu estou com uma solicitação feita na Prefeitura para que eles limpem o terreno. Além do mato alto, tem muita sujeira. Esse não é o primeiro cachorro morto que deixam lá, teve outro abandonado há mais ou menos um mês. Faz uns seis anos que esse terreno não recebe uma limpeza”, reclama Ana Paula.
Enquanto questiona a Administração Municipal, ela vê o problema sendo repassado de uma pasta para outra. Na Secretaria de Serviços Urbanos chegou a falar com mais de um funcionário, além de entrar em contato com a Secretaria de Verde e Meio Ambiente. A ouvidoria também já foi acionada. No caso do cachorro, falou com o Centro de Controle de Zoonoses, que passou a responsabilidade para Serviços Urbanos.
“Os problemas vão se acumulando, porque têm muitos outros bichos no terreno. A gente vê rato passando na rua. Além disso, já roubaram minha casa e usaram o terreno como caminho para a invasão. Nos fundos, há um terreno particular que também não recebe limpeza e colabora para a situação ficar ainda pior”, diz a moradora.
Ela explica que quando a Prefeitura vai até o local, somente o espaço próximo à calçada recebe limpeza. Ana Paula diz ainda que o terreno é utilizado por dependentes químicos.