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Pesquisa lança dados sombrios sobre o ambiente nas escolas

Enquanto especialistas avaliam como os adolescentes estão absorvendo os atos de violência cometidos no interior de escolas, como aquele que matou uma professora, nesta semana, em São Paulo, e as discussões se ampliam sobre a verdadeira câmara de eco que a divulgação dessas histórias parece incutir sobre a cabeça e o comportamento de alguns estudantes, […]

Por O Diário
31/03/2023 07h10, Atualizado há 40 meses

Enquanto especialistas avaliam como os adolescentes estão absorvendo os atos de violência cometidos no interior de escolas, como aquele que matou uma professora, nesta semana, em São Paulo, e as discussões se ampliam sobre a verdadeira câmara de eco que a divulgação dessas histórias parece incutir sobre a cabeça e o comportamento de alguns estudantes, tornando cada dia mais comum a repetição desses abusos, algumas pesquisas de opinião têm captado e mostrado os sinais que são claros. Um ambiente nebuloso cerca grande parte das escolas, especialmente as públicas de todo o Brasil.

A insuspeita ONG “Nova Escola”, em meados do ano passado, ouviu 5.300 educadores em diferentes pontos do País. A consulta demonstrou que 8 a cada 10 professores relatam casos de violência nas escolas onde trabalham; sete a cada 10 professores  percebem o aumento progressivo da violência nas escolas pós pandemia, especialmente entre os próprios alunos.

E mais: entre aqueles que já se tornaram alvos, 51,23% relatam que sofreram violência verbal, 22,89% contaram casos de violência psicológica, enquanto a física representa 7,53% dos episódios.

De acordo com os professores, 50,46% apontam os alunos como principais agressores; 25,6% os pais dos alunos; 11,4% os gestores da própria escola, enquanto 9% citam outros professores ou colegas.

São números assustadores, impressionantes mesmos, que mostram o grande desafio da escola do presente: reduzir drasticamente tais índices. Mas como conseguir isso num País naturalmente dividido entre “nós” e “eles”, onde os que se elegeram para pacificar, vão se tornando novos incendiários?

E o pior: em vez de caírem, esses números tendem a avançar cada vez mais pelo lado negativo.

Há tempos este País necessita de um choque de educação e civilidade.

Só que essas duas palavras estão cada dia mais distantes da rotina de nossas escolas, estudantes e professores.

Juntando tudo

Artistas da cidade, como Maurício Chaer, Lídia Costa, Nerival Rodrigues, Amanda Esteves, Marineis Dias, Enzo Ferrara, Fabrício Bozer, Paulo Secomandi e Andreza Teixeira estarão mostrando suas obras na exposição “Arte Juntô”, neste sábado (1º de abril), entre 12h e 22 horas, na Casa Juntô, à rua Dr. Fernando Tancredi, 421, no Alto do Ipiranga. No cardápio do evento, feijoada (normal ou vegana), cerveja gelada, música e… amigos.

Ah, o nosso Danilo Scarpa também estará mostrando os seus desenhos no evento.

Crescendo sempre (I)

O megaempresário mogiano, Fernando Simões, dá uma verdadeira aula de empreendedorismo, ao contar, em detalhes, como a antiga Transportadora Julio Simões, fundada por seu pai, em Mogi, se transformou na gigante Simpar, uma holding que abriga sob seu guarda-chuva, sete diferentes empresas, que vão de um banco até locadora de veículos.

E o mais curioso de tudo isso: o relato sobre a história dele próprio e de todo o grupo empresarial que dirige foi feito durante o episódio desta quarta-feira do podcast “Do Zero ao Topo”, do informativo Info Money, especializado em assuntos econômicos, onde ele, com uma tranquilidade surpreendente, foi desfiando uma série de histórias e conceitos que conduziram a Simpar ao topo de setor de transportes terrestres do País.

Crescendo sempre (II)

De maneira didática, o empresário contou como foi o crescimento do grupo a partir do momento em que ele assumiu o comando geral da empresa, tendo como referencial algo mais que a satisfação de seus clientes: a preocupação em ajudá-lo na busca de soluções conjuntas para todos os seus problemas ou deficiências. O crescimento acelerado foi resultado direto desse conceito de ação e do olho do dono, permanentemente voltado para todos os negócios do grupo.

Durante praticamente todo o programa, Fernando fez questão de ressaltar os exemplos deixados pelo pai, Julio Simões, que o influenciaram e ditaram seu comportamento nos negócios e fora deles, ao longo de toda sua vida.

Crescendo sempre (III)

Absolutamente tranquilo diante do microfone e das câmeras, ele contou, por exemplo, os detalhes de quando, aos 21 anos, assumiu a empresa, que já estava entre as maiores transportadoras do Brasil, com 120 caminhões, 280 colaboradores e 16 filiais e um grande problema: 75% da receita vinha de três clientes, todas siderúrgicas vinculadas à Siderbrás, estatal que controlava o setor de siderurgia pertencente ao governo brasileiro. “Meu instinto foi de sair dessa dependência. Então, meio sem planejamento, comecei a pensar em diversificar o negócio, para alugar automóvel, fazer transporte de passageiro”, contou, admitindo que conseguiu ir bem mais além que tudo isso.

Crescendo sempre (IV)

No ano 2000, Fernando conta que ficou de vez à frente do negócio e passou a olhar para a criação de outras empresas. O passo seguinte foi a estruturação de diversas delas que, agora, fazem parte da holding Simpar, que, além da JSL, também controla a Movida, Vamos, CS Brasil, CS Infra, Automob e o Banco BBC. Tudo isso garantiu ao grupo Simpar o faturamento líquido de R$ 24,4 bilhões de reais, durante o ano de 2022. Valor que tende a continuar crescendo por conta do relacionamento das empresas com seus clientes e do envolvimento de todos eles com os serviços prestados pelo grupo. O programa está disponível em vídeo no YouTube e nas principais plataformas de streamming.

Posse no Fumefi

O ex-deputado estadual Estevam Galvão de Oliveira (União Brasil) aguarda apenas a publicação de sua nomeação, logo nos primeiros dias de abril, para tomar posse no cargo de presidente do Fundo Metropolitano de Financiamento e Investimento (Fumefi), para onde foi indicado pelo governador Tarcisio de Freitas (Republicanos). Os detalhes da posse ele já discutiu com o secretário Gilberto Kassab, que também avalizou sua ida para o Fumefi.

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