Polícia encontra arma falsa dentro de mochila de adolescente em Suzano
Três dias após o massacre na escola Raul Brasil, em Suzano, completar 4 anos, a Polícia Militar (PM) encontrou uma arma falsa na mochila de um adolescente de 14 anos dentro de uma escola estadual da cidade. O caso aconteceu na tarde desta quarta-feira (15), na E.E Professor Geraldo Justiniano de Resende Silva, na região […]
16/03/2023 15h52, Atualizado há 41 meses
Três dias após o massacre na escola Raul Brasil, em Suzano, completar 4 anos, a Polícia Militar (PM) encontrou uma arma falsa na mochila de um adolescente de 14 anos dentro de uma escola estadual da cidade. O caso aconteceu na tarde desta quarta-feira (15), na E.E Professor Geraldo Justiniano de Resende Silva, na região central, e envolveu três jovens.
O caso foi registrado na Delegacia Central de Suzano. A arma falsa foi apreendida, mas a Polícia ainda não sabe se o objeto foi usado para alguma ameaça. As atividades na escola seguem normalmente.
Segundo informações da escola, os três alunos foram encaminhados para o Conselho Tutelar e que todas as medidas necessárias já foram tomadas.
Os policiais foram chamados por volta das 13 horas para a escola para atender uma ocorrência de pessoa em posse de arma de fogo. No local, os agentes encontraram o simulacro dentro da bolsa do jovem.
O dono da bolsa teria dito aos policiais que a arma falsa era do pai dele, que havia falecido. O item passou de mão em mão. Teria sido emprestado para um outro adolescente, que a devolveu para um terceiro aluno, que segundo o boletim de ocorência, “não sabia do que se tratava”.
Eles foram levados para a delegacia, onde os pais compareceram depois. A vice-diretora da escola, Renata, também esteve presente para registrar o boletim de ocorrência e o caso deve ser registrado na plataforma Conviva (Placon), segundo apurou a reportagem.
Raul Brasil
O massacre na escola Raul Brasil, em Suzano, em São Paulo, completou quatro anos na última segunda-feira (13). O crime resultou na morte de sete pessoas. Os autores, que eram ex-alunos da instituição de ensino, se suicidaram após a tragédia. As pessoas que forneceram as armas de fogo aos criminosos chegaram a ser presas, condenadas e cumpriram penas de quatro anos, convertidas em prestação de serviços à comunidade.