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Polícia prende dois suspeitos de latrocínio de coreano em Mogi

A Policia Civil de Mogi das Cruzes prendeu os dois suspeitos de envolvimento no assassinato de Jae Sung Jung, que aconteceu no final do último mês de maio, em uma chácara localizada na estrada Kinzo Fugino, no bairro da Porteira Preta, onde existe uma igreja evangélica sul coreana desativada. O sul coreana foi assassinado a […]

4 de julho de 2023

Reportagem de: O Diário

A Policia Civil de Mogi das Cruzes prendeu os dois suspeitos de envolvimento no assassinato de Jae Sung Jung, que aconteceu no final do último mês de maio, em uma chácara localizada na estrada Kinzo Fugino, no bairro da Porteira Preta, onde existe uma igreja evangélica sul coreana desativada.

O sul coreana foi assassinado a golpes de enxada, por dois homens identificados como Cauã Aparecido de Souza e Rian Deivid Alvez Cardoso, que cometeram o crime e mataram a vítima para roubar (latrocínio).  

O delegado titular do Setor Homicídios e Proteção à Pessoa (SHPP), Rubens José Ângelo, destaca o empenho dos policiais da unidade para conseguir desvendar o caso e prender os envolvidos.

O boletim de ocorrência relata o caso, lembrando que no dia 29 de maio de 2023, no local mencionado, Jae Sung Jung foi encontrado morto com vários ferimentos pelo corpo, principalmente na cabeça, demostrando que foi torturado antes da morte.

O local do crime é uma chácara afastada, local ermo, sem iluminação e sem câmeras de monitoramento. Não houve testemunhas do crime e não havia nenhum suspeito, sendo a autoria desconhecida.

O laudo necroscópico apontou que o sul coreano morreu em razão de traumatismo crânio encefálico, provocado por agente corto contundente. “Ressalta-se que o crime em tela foi praticado contra a vítima com requintes de crueldade, malvadez, pois a mesma foi torturada antes de morrer, demonstrando frieza e desumanidade por parte do seu algoz”, destaca o Boletim de Ocorrência.

Inicialmente, como destaca o B.O., os fatos foram registrados como crime de homicídio, mas no curso das investigações, o SHPP descobriu que se tratava na verdade de crime de latrocínio consumado

Em continuidade dos trabalhos da Polícia Judiciária, de acordo com relato do delegado, os investigadores, por meio de um trabalho de investigação e de inteligência policial, com emprego de técnicas, métodos e recursos tecnológicos, descobriram os autores do crime, e deram entrada com pedido de mandado de busca e prisão temporária em vários endereços, em desfavor dos suspeitos, sendo que nesta terça-feira (4), o SHPP obteve sucesso na prisão-captura dos indiciados.

Em seus interrogatórios, o delgeado conta que Cauã e Rian confessam a prática do crime alegando que foram roubar o sítio e no local agrediram a vítima com uma barra de ferro levando-a à morte e subtraíram a quantia aproximada de R$ 248,00 e o aparelho celular que estavam no bolso do homem.

 

 

 

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