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Polícia prende homens acusados de sequestrar um empresário do setor imobiliário

Os policiais da 1ª Delegacia da Divisão Antissequestro, do Departamento de Operações Policiais Estratégicas (Dope) prenderam quatro homens acusados de sequestrar um empresário do setor imobiliário manhã desta quinta-feira (5), durante a Operação Diamante, realizada em Guaianazes, zona leste da Capital, e em Ferraz de Vasconcelos, região metropolitana de São Paulo. Foram detidos também outros […]

Por O Diário
05/11/2020 17h33, Atualizado há 68 meses

Os policiais da 1ª Delegacia da Divisão Antissequestro, do Departamento de Operações Policiais Estratégicas (Dope) prenderam quatro homens acusados de sequestrar um empresário do setor imobiliário manhã desta quinta-feira (5), durante a Operação Diamante, realizada em Guaianazes, zona leste da Capital, e em Ferraz de Vasconcelos, região metropolitana de São Paulo. Foram detidos também outros dois suspeitos de envolvimento no crime 

A Justiça de São Paulo decretou prisão temporária para os quatro primeiros detidos. O delegado Eduardo Bernardo Pereira, da 1ª Delegacia Antissequestro disse, no entanto, que se confirmado o envolvimento, os outros dois detidos terão a prisão temporária pedida.  

Tem ainda mais dois envolvidos, inclusive a pessoa que forneceu as informações sobre os bens da vítima para a quadrilha, e outro que participou do arrebatamento, que estão sendo procurados. 

Segundo informações da polícia, o bando usou revólver e pistolas na abordagem, e têm passagem por roubo, tráfico de drogas, receptação e por furto.

O sequestro aconteceu no dia 24 de setembro, dia em que o empresário, de 35 anos, e um funcionário, de 43, foram levados do escritório, na Vila Matilde, zona leste, às 13h. Os ladrões exigiam dinheiro e perdas preciosas, como diamantes e esmeraldas, que estariam no cofre da empresa, motivo do nome da operação.

Por não terem encontrado nada, os ladrões decidiram levar as vítimas mesmo sem olhos vendados. Foi observado que o cativeiro também não era preparado para sequestro. Os dois sequestrados contaram que permaneceram 36 horas com a quadrilha, e que apesar de não terem sofrido agressões físicas, tiveram as famílias ameaçadas de morte caso o resgate não fosse pago.

O grupo pediu dinheiro e pedras preciosas, mas no final as vítimas foram liberadas pelos sequestradores sem o pagamento do resgate. “Acreditamos que soltaram os dois porque a Polícia estava perto de identificar os criminosos”, disse o delegado. 
A polícia informa, no entanto, que vai continuar com as investigações para descobrir a origem das pedras.

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