Vacinação de policiais e guardas municipais começa segunda na UMC
Começam a ser divulgados os detalhes da campanha de vacinação contra a Covid-19 que atenderá aos servidores que integram a segurança pública nas cidades do Alto Tietê. De acordo com comunicado do Comando de Policiamento de Área Metropolitana (CPAM-12), a imunização começará na próxima segunda-feira e acontecerá no prédio da Universidade de Mogi das Cruzes […]
02/04/2021 10h33, Atualizado há 61 meses
Começam a ser divulgados os detalhes da campanha de vacinação contra a Covid-19 que atenderá aos servidores que integram a segurança pública nas cidades do Alto Tietê. De acordo com comunicado do Comando de Policiamento de Área Metropolitana (CPAM-12), a imunização começará na próxima segunda-feira e acontecerá no prédio da Universidade de Mogi das Cruzes (UMC). A aplicação do imunizante deverá se estender até o dia 12 de abril e será destinada a agentes das cidades do Alto Tietê.
Terão direito à vacina, os profissionais do serviço ativo das polícias civil e militar, dos efetivos em atuação do Corpo de Bombeiro e dos policiamentos Ambiental e Rodoviário, da polícia técnico-científica, além das Guardas Municipais de Mogi das Cruzes, Suzano, Ferraz de Vasconcelos, Poá e Itaquaquecetuba.
O local de vacinação será na Avenida Dr. Cândido Xavier de Almeida e Souza, 200 – Portaria C –
Centro Cívico – Mogi das Cruzes/SP, que foi cedido pela direção da Universidade de Mogi das Cruzes.
O sistema de vacinação é preparado pelo Grupo de Vigilância Epidemiológica e pela
Vigilância Sanitária Municipal de Mogi das Cruzes, além do CPAM-12.
É importante que os intessados em se vacinar façam o cadastro no endereço eletrônico do Governo do Estado: www.vacinaja.sp.gov.br
Para participar da vacinação, serão seguidos os protocolos de segurança com o distanciamento social, uso de máscaras e o cadastro antecipado no endereço eletrônico.
O acesso à vacina dos integrantes das forças de segurança pública, vinha sendo reivindicado há meses pelos comandantes para proteger o contingente e ainda contribuir para manter os efetivos nas ruas – o motivo é simples, além da maior exposição desses profissionais ao vírus, o tratamento dessa doença retira os doentes dos quadros de trabalho durante pelo menos duas semanas – se não forem registradas sequelas graves.