Parada LGBT+ de Mogi leva mensagem de resistência e celebração às ruas neste domingo (27)
Evento celebra a história da comunidade na região do Alto Tietê
26/07/2025 13h30, Atualizado há 8 meses
Foto: Natália Amschinger /Divulgação
A Parada LGBT+ de Mogi das Cruzes será realizada neste domingo (27) e promete reunir uma grande diversidade de pessoas em um ato que mistura celebração, luta por direitos e homenagem à memória da comunidade. Com o tema “Nossos corpos existem e resistem – pelos que já se foram e os que virão”, o evento destaca a importância da visibilidade, do respeito e da continuidade da luta LGBTQIAPN+ na cidade e no país.
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A concentração está marcada para as 13h, em frente ao Fórum de Mogi das Cruzes. A marcha da diversidade terá início às 14h, com trajeto pela rua Engenheiro Osvaldo Crespo de Abreu até a Avenida Cívica, onde ocorrerão as apresentações artísticas e o encerramento, previsto para 22h.
Neste ano, as apresentadoras oficiais do evento serão as artistas Antonieta SALT e Alexandra Braga, reconhecidas por sua trajetória na cena cultural LGBT+ e por sua representatividade.
O line-up inclui 16 atrações entre DJs, performances e shows. Algumas das apresentações contam com nomes como Sabrina Palazzio, Pett Pereira, AJoão (DJ de abertura), Card Bixa, Vitinho, Luís Levado, Eddy Monster (DJ de encerramento), Leona Lamour e Mell Colangeli.
A partir das 18h, o palco receberá shows de Leona Top Flour, Tiffany Brandão, Zampolly, Michelly e Escarlate Drag – esta última será coroada como embaixadora da Parada 2025.
“Enxergo a realização deste evento em Mogi das Cruzes como um marco fundamental na luta por visibilidade, respeito e direitos para a nossa comunidade. A Parada LGBT+, por exemplo, vai muito além de uma celebração: ela é uma ferramenta política, cultural e social que reafirma nossa existência, denuncia violências e desigualdades, e promove o diálogo com a sociedade mogiana.
Num cenário em que ainda enfrentamos discriminação, invisibilidade e ausência de políticas públicas efetivas, eventos como este são atos de resistência e pertencimento”, diz Edrei Freitas, presidente do Fórum Mogiano LGBTI+.