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Itaquá: polícia prende 13 suspeitos em fábrica que falsificava cosméticos de marca de influenciadora

Foram apreendidas 14 máquinas, esteiras transportadoras e seis reservatórios industriais com capacidade para mil litros de substâncias

Por Gabriel Vicco
03/09/2026 17h26, Atualizado há 0 horas

Fábrica clandestina que falsificava produtos da Wepink foi encontrada em Itaquá | Foto: Divulgação

A Polícia Civil prendeu 13 suspeitos em uma fábrica clandestina que falsificava cosméticos da marca Wepink, da influenciadora Virgínia Fonseca. A operação foi realizada nesta quarta-feira (2), após o cumprimento de um mandado de busca e apreensão no local.

De acordo com as informações, o homem apontado como proprietário do imóvel será investigado. Ele também é considerado o responsável pela coordenação da linha de produção.

Além da prisão de sete homens e seis mulheres, foram apreendidas 14 máquinas – entre elas equipamentos usados para encher e rosquear frascos -, esteiras transportadoras e seis reservatórios industriais com capacidade para mil litros de substâncias. Os agentes também apreenderam um carro e 15 celulares.

A polícia encontrou mais de 30 baldes, que continham 20 litros de essência cada um, e materiais de papelão utilizados na confecção de caixas, embalagens e tampas. Também foram localizadas 230 caixas de produtos já prontos para a comercialização, com cada uma contendo 48 unidades de perfumes e body splashes.

A polícia informou que as investigações começaram após uma empresa responsável pela Wepink apresentar uma notícia-crime à Polícia Civil. A denúncia dizia que cosméticos falsificados estavam sendo comercializados pelas redes sociais e na região central de São Paulo.

O caso foi registrado na 1ª Delegacia Seccional do Centro de Itaquaquecetuba como associação criminosa, falsificação, adulteração de produtos terapêuticos e medicinais e localização e apreensão de veículo.

Wepink

Em nota nas redes sociais, a Wepink comentou o episódio e compartilhou um alerta para os consumidores a respeito do consumo de produtos de origem duvidosa.

“Em produtos adquiridos fora dos nossos canais oficiais, não conseguimos garantir a procedência, a autenticidade, as condições de produção e armazenamento e, principalmente, o que realmente existe dentro da embalagem”, escreveu a empresa.

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